Já escrevi sobre muitas coisas, mas não me recordo de já ter escrito algo que por muitas vezes anda de mãos dadas com o relacionamento amoroso entre as pessoas: a infidelidade. Quem sou/somos eu/nós para julgar? Bem, esta é uma pergunta retórica, embora para muitos eu tenha que desenhar . Mas voltando, mesmo não podendo e nem devendo julgar, isso não me impede de discorrer sobre este tema tão divertido por vezes, trágico sempre, e um tanto quanto perigoso. Esse mesmo tema aborda um outro tema, muito mais abrangente, e do qual deleito-me em minhas lucubrações noturnas: a ética.
Este ato totalmente despido de sentimentos , impudicado baseado e revestido em hediondez humana é lamentavelmente tão antigo quanto ela própria. Seguir o nono mandamento do decálogo (e olha que o próximo não estava tão próximo assim) tem se mostrado uma tarefa hercúlea ao longo de séculos , e desde a antigüidade o tema têm sido levado ao esgotamento. Se no período medieval e renascentista o amor (que é uma das três virtudes teologais – Amor ou Charitas) foi tratado como uma patologia, o que dizer então das fervenças da carne?
Exorto-o para que cortes do seu convívio esta jaca podre, e sempre reflita sobre o fruto da árvore envenenada.
Este é um doa grandes ardis do “demônio”, seduzir muitos com o simples intento causar-lhes dor e sofrimento, e é claro, obter alguns benefícios mundanos. Assim sendo, não entendo como abres tuas portas para isso.
Em local por mim ignorado, 24 de junho de 2011.

