domingo, 29 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Tantus labor non sit cassus. Requiem aeternum! Domine, suscipe deprecationem meam...
Creio que somos cegos, ou melhor, que queremos ver algo que já não existe, ou que nunca existiu. Indícios não são nada, mesmo as palavra mais certas nunca foram.
A vida é um interminável “ensaio sobre a cegueira”, onde não sabemos onde pisamos.
O que parecia, veja bem, parecia certo se tornou definitivamente incerto e duvidoso.
O que um dia fora apalpável, dissolveu-se como um feixe de fumaça em um golpe de ar. Da mesma forma são os castelos na areia... Não saber olhar além do físico, ao meu ver é um pecado mortal, que vai mais além da ignorância e dos desejos mundanos. Porém cada um evolui em seu devido tempo. Mas quero que saibas que a recíproca é verdadeira, e creio que não vai desaparecer como fumaça. Ela vai ao menos por mim, perdurar até o fim de minha vida.
Concordo com Sir Laurence Oliver, “tenho uma opinião singela sobre a vida: mantenha os olhos abertos e siga
Labor meum sit cassus, finis est.
Exilium, 26 ex November ex 2009 Anno Domine.
sábado, 14 de novembro de 2009
Finalmente um dia decente!
Hoje estou me sentindo em Londres, só falta o chá! A temperatura está bem mais agradável, e tendo em vista os últimos dias, dos quais posso dizer sem sofismas que eu me senti dentro da boca do diabo. Que saudades do inverno, pois este país é um verdadeiro matadouro! Em todos os sentidos, pois além das temperaturas estarem bem elevadas, tem os transtornos do calor, a saber, engarrafamento, impaciência e irritabilidade (nessas duas eu sou um verdadeiro douto), falta de energia e água.
Ah, claro e os problemas de saúde, que não são poucos. É muito frustrante acordar e olhar pela janela e ver aquela “lua” com todo seu esplendor! Está na hora de para com o aquecimento global, e iniciarmos “o resfriamento global” rssrrs. Chego a pensar que as repartições públicas na África estão certas, uma vez que lá existe o terno de verão, e não o padrão europeu que temos aqui. Outra coisa que passa por minha cabeça, natal...
É complicado ver um papai Noel com toda aquela roupa pesada com pele de arminho, e mais a ceia, digna de um dia na Sibéria. Depois haja engov, olina e sei lá mais o que para amenizar os estragos das promiscuidades gastronômicas do natal.
Já que aqui as coisas são sempre aos avessos, não seria ruim se o natal fosse
Nª.Sª.D. 14 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Um dia desses...

Por vezes é bom
deixar este mundo e ir para outro. O mundo de que falo é um mundo muito pequeno, com pouco de 4.000 habitantes; São Pedro de Alcântara. E neste finado como é um hábito antigo meu de ir ao cemitério, e acabei aproveitando o dia nestas plagas abençoadas por Deus. Nada que boas companhias, narguile e uma majestosa cachoeira em um locar que nem sinal de celular tem.

Só tenho uma palavra para descrever tão belo dia: perfeito. No mais só posso dizer a vocês, lamento por serem preguiçosos e não quererem ir junto. Por fim, deixo uma pe
rgunta no ar, o que é melhor, um dia desses ao ar livre, ou ficar em casa com o vídeo-game? Acho que você leitor, sabe bem a resposta. Neste dia adorável, conheci uma nova amiga... a Su, foi muito bom te conhecer menina! Bjs.
Nª.Sª.D., 03 de novembro de 2009.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Viagem à vista
Depois de muitos preparativos fomos a São Paulo a trabalho (tio em visita oficial kkk). Parecia um verdadeiro arrastão pelo bairro da Liberdade... sempre em bando corremos São Paulo no tempo livre que tínhamos. Liberdade, 25 de Março, Sé, MASP (com a feira de domingo), São Bento, Brás. E ainda teve lugares onde eu não conseguir chegar, uma pena mesmo. Mas mesmo não conseguindo tempo pra esses lugares, reservei algum tempo para três amigos muito especiais lá da terra dos bandeirantes: Léo, Mari e Caju. O povinho divertido.
No Tatuapé, tratei de ir a uma pizzaria com o Léo, a Mari e o Caju que estava
Depois, indo pela radial senti o aroma de uma maravilha da natureza (humana), o Tietê. Realmente, não é nada semelhante ao batedor de merda que temos aqui no Desterro (Não é Léo?!). Que sonho mesmo! O mais estranho é que os paulistas acham graça de tudo que eu falo (porque será não é mesmo? kkk).
Visitas oficiais são assim, dá pra fazer muitas coisas, mas temos que deixar de fazer outras que por vezes são mais importantes. E no mais fico muito contente em ter a graça de rever os amigos.
Por vezes fico rindo comigo mesmo de quando estava no metrô, muito divertido mesmo. Afinal, turista é turista. For fim, ao trio citado, obrigado por tudo.
Sem mais,
Nª.Sª.D. 28 de setembro de 2009.
*Na fotografia: Caio, Silvana, João, Pedro, Rejane, Marcos, Deco e Caju.
domingo, 20 de setembro de 2009
Sai da freeeente!
Neste final de semana resolvi justificar a existência de meu porte de arma (CNH), afinal, desde que o DETRAN me deu a carteira eu não havia usado.
Com uma amiga no carro (que não sabe dirigir) eu fui até a Carvoeira, alguns me perguntaram por que logo uma que não sabe dirigir... E eu digo dirigir nem eu sei, mas é só pra dar apoio moral mesmo.
Ser motorista de direito e não de fato é bastante complicado, mas Deus sabe como consegui chegar ao meu destino, e numa BMV 1975 (Brasília Muito Velha) a coisa não é fácil não. E ainda pra ajudar ela é amarela como a que os Mamonas tinham, ou seja, um barbeiro num carro desses é a atração do dia. Depois de rezarmos e ela manifestar seu último pedido em uma mensagem no MSN para uma amiga fomos. Para conseguir tirar o carro da garagem foi um parto daqueles, quase uma cesariana com eclampsia e tudo mais que se tinha direito, só faltou fórceps pra arrancar a “brasuca” do lugar.
Foi tudo tranqüilo até lá no Saco dos Limões um infeliz sair na contramão, pois queria todo o custo ultrapassar um ônibus que parou. E agora? Um barbeiro num carro velho que tem uma baita folga no volante... Como não vi ninguém na calçada fui oras, dos males o menor. Pois a brasuca é herança do vovô, se quebrar fu... Entre mortes e ressuscitações do carrinho consegui chegar incólume. A volta foi um tanto mais fácil, mas mesmo assim complicada, pois na Rua Romualdo de Barros eu estava procurando uma placa de limite de velocidade quando notei que o velocímetro marcava o zero km/h. Mas com o jeitinho brasileiro, sou seja, batendo ele volta a marcar direitinho. Nem me arrisquei em pegar o túnel Antonieta de Barros, vim pela Prainha mesmo, menos trânsito.
Definitivamente, o coisinha complicada! É mais fácil tocar Bach no piano que andar por aí. Por fim agora eu posso dizer que eu sei dirigir Brasília, mas o Lula não sabe...
NSD, 19 e 20 de setembro de 2009.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
07 de Setembro - Hino Nacional
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Antes que a luz se apague...
Deus tamen meum te confiteor
Fac me tibi semper magis credere
In te spem habere, te diligere...”
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Ecce Sacerdos
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Livros e mais livros

sábado, 1 de agosto de 2009
Os Palhaços da R. Felipe Schmidt
Desterro, 01 de Agosto de 2009.
terça-feira, 14 de julho de 2009
14 de Junho - A Queda da Bastilha
Ontem lembrei-me de um amigo francês e de pais portugueses, os franceses não o consideram francês, e os portugueses idem. Então supostamente ele seria um apátrida.
E assim sendo onde está os princípios da revolução? Dois séculos depois e o primeiro estado conseguiu acabar com alguma coisa. Sempre no 14 de julho há inúmeras manifestações nos subúrbios de Paris, onde os imigrantes das antigas colônias da França querem seu reconhecimento como cidadãos. Durante anos a França, e não somente ela colonizou e explorou outras povos, outras nações. E hoje esses imigrantes só querem ser reconhecidos, e é o mínimo que a França deveria fazer depois de colonizar e extrair o que lhe interessava. Esses “cidadãos” vivem hoje em uma espécie de bastilha onde não há muitos direitos, mas apenas deveres.
E isso seria igualdade? Iguais já não são e nunca foram. E a única liberdade que parece haver nesse contexto é a liberdade do governo francês (e demais governos) de fazer o que quer, ou seja, nada de direitos aos imigrantes. E quanto à fraternidade, certamente que não há, pois tendo em vista que eles se entendem superiores e assim sendo não são irmãos de ninguém. Meu amigo francês hoje se considera brasileiro e eu também o considero como tal. E no Brasil também temos a nossa “bastilha”, e muito mais ampla, contendo até um Senado, uma Câmara... Não será a hora de derrubar mais uma bastilha?
N.S.D., 14 de Julho de 2009.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Memórias em uma Segunda-feira
N.S.D., 13 de Julho de 2009.
sábado, 11 de julho de 2009
As Memórias de um Antiquário II
Minha Nossa Senhora do Ó, o péssimo gosto do povo parece desconhecer toda e qualquer fronteira! Sei que não sou o exemplo de erudição, mas toca cada coisa por lá, até Michael Jackson (e quanto a este me desculpem os fãs, mas sou vacinado contra MJ). Mas tirando o inconveniente da “rave do calvário na era do gelo” é muito bom ficar aqui ouvindo Samuel Barber (Adágio para cordas) e observando o movimento na rua. Nesses dias em que estive aqui vi pessoas de todo o tipo, algumas coisas bem cômicas quando a turba resolve entrar na loja.
É engraçado (ao menos pra mim) ver uma mulher perguntar:
Senhora: - O que é isso?
Vendedor: - Uma salivadeira senhora. Uma peça da segunda metade do século XIX. Confeccionada em vidro azul ornada com pinturas Mary Gregory.
Senhora: - Desculpe, mas não entendi a serventia desta peça.
Vendedor: - A senhora talvez conheça por outro nome, o nome de “escarradeira”.
Senhora: - Ui ui, que coisa nojenta!
Acho essas passagens muito engraçadas. Também já exclamaram:
- Nossa que penico bonito!
E eu disse:
- Senhora, isso é uma sopeira. Afinal ela faz parte deste jogo de pratos.
Outra coisa interessante de se notar e muito irritante: quando alguém fica querendo algo que não conhece! Um exemplo disse é quando o cliente busca poltronas no estilo “Luiz Felipe”, e não tem a menor idéia das características do móvel em questão. Pior é quando tentam enganar o antiquário. Certa vez ligaram para a loja querendo vender uma vitrine (conhecida por alguns como cristaleira) e diziam que seus vidrinhos eram de cristal baccarat. Se for vidrinho não é cristal e no mais eu perguntei se estava assinado e ela me perguntou “como?” Essas coisas sempre acontecem, e no fim de tudo acabo me divertindo. Por isso gosto tanto do que faço.
A. Carpes
NSD, 11-VII-2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
As Memórias de um Antiquário I
Está ocorrendo dos dias 02 a 19 de Julho no Floripa Shopping a 1ª Mostra de Antiguidades de Florianópolis. E como todos bem sabem eu já estou aqui trabalhando!Não perco uma coisa envolvendo antiguidades. Estou na mostra de segunda a sábado, das 10:00 até as 14:30 - Lembrando que o horário da mostra é o mesmo do shopping. Então gostaria poder encontrar aqui meus amigos... Venham prestigiar, vale a pena! E aos leitores postarei em breve uma crônica sobre a mostra.sexta-feira, 19 de junho de 2009
Alguns Laivos de Esperança
E a pessoa a qual eu solicitaria tais papéis era hilária – a tal ponto que eu só ria e não lembro do nome da criatura, e ainda descobri o “chuchu” e o “aprendiz de chuchu”. Mas agora eu sei por que EU tive de ir até lá para buscar a papelada srsrsr... Vocês não existem meus amados irmãos. E nos mais, uma cópia impressa nunca é demais.
No mais, nossas esperanças e futuro estão depositados nesses processos. Gostaria também de falar mais sobre outra coisa que me ocorreu também ontem, porém as mazelas alheias não são publicáveis e o que é dito no confessionário é segredo de confissão. Mas o que posso dizer é conte comigo. E esta afirmação não é tão somente um laivo de esperança, mas sim um compromisso... Pois temos que ajudar uns aos outros! Lembro-me de Goethe que dizia: “A amizade é como os títulos honoríficos: quanto mais velha, mais preciosa”.
E como cultivamos e mantemos uma amizade?
Para uns é uma coisa tão complicada como fórmulas matemáticas, mas essa fórmula é muito simples: companheirismo e fidelidade.
N.S.D., 19 de Junho de 2009.
Com o coração repleto de alegrias e esperanças,
André Carpes
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Os (des)Arranjos do Coral S. Cecília
N.S.D., 04 de Junho de 2009.
terça-feira, 26 de maio de 2009
As Bizarrices da minha vidinha e outras coisinhas...
Estes três últimos dias (23, 24 e 25 de maio) foram demasiadamente agradáveis! Há tempos não me sentia tão bem, e ainda uns dizem que eu estou ranzinza. ainda não entendi e deixo um “como assim” no ar. Como este me é muito caro e eu estou em um período muito divertido não tenho nada dizer, exceto que esses três últimos dias foram de música tocada e cantada, narguiles, bate papo animado até tarde, e um "red", pois ninguém é de ferro.
Essas são as coisas boas da vida, é o que realmente importa: amigos. Gustavo Veríssimo, gostei de lhe encontrar. Karla, você entrou no período de hibernação?
As coisas estão indo muito bem, pois até os desaparecidos estão aparecendo aos poucos.
Esse tipo de coisa só acontece comigo, e depois dizem, ou melhor, não dizem, pois não conhecem a síndrome do Barão de Münchhausen, mas é verdade sim. E quando eu estava cantando a missa para D. Gastão de Orleans e Bragança, chefe da casa Imperial do Brasil, e lá pelas tantas entrou na igreja uma pomba branca. E um outro amigo desmunhecou e bravejou em um tom de voz similar a um si bemol menor “ai, por isso que eu não gosto de pomba!” Tive um colapso, adeus aos circulos monarquicos pra mim.Fazer o que, afinal passo por cada uma que só rindo mesmo.
E assim nossa vida segue entre um "red" e outro, uma ária e outra e uma e outra história bizarra!
Desterro, 26 de maio de 2009.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
A Música do Silêncio
Gosto da vida assim, nesse silêncio podemos ver o mundo e as pessoas que nos rodeiam. Podemos ver e ouvir o que elas têm a nos dizer, e elas também podem assim nos ouvir melhor. Há também coisas que não necessitam ser ditas, mas sim sentidas, é muito bom quando temos uma pessoa do mesmo nível pra conversar e assim apenas jogar palavras o ar e saber que elas foram compreendidas.
Nada como em meio ao silêncio sepulcral das madrugadas ficar jogando conversa fora com os amigos por horas a fio, isso realmente não tem preço. Outra coisa que também não tem preço e gosto de fazer em meio ao silêncio é ouvir meu compositor favorito, Beethoven. Ponho um LP pra tocar algumas de suas sonatas tais como: “Patética” (1798), “Ao Luar” (1801) e “Appassionata” (1806).
Estas três sonatas falam por si e são dignas de quebrarem o silêncio (de nossos corações). Acho que nem meio ao silêncio que eu tanto aprecio nada deve ocorrer, exceto uma música capaz de elevar nosso espírito, de nos deixar mais leves e libertos de nossas preocupações mundanas. Fora isso prefiro o silêncio absoluto, pois assim só escutaremos os nossos corações.
Desterro, 21 de Maio de 2009.
domingo, 17 de maio de 2009
Um dia em meio as Alfaias
Ah e é claro, a Feira das Alfaias, onde sempre encontramos rendas e outros artesanatos locais, sempre acabo comprando algo (e dando uma de turista), e todos perguntam de onde eu sou... S. Antônio parou no tempo assim como outros lugares como São Pedro de Alcântara, assim que é bom! Sua simpática freguesia é encantadora, a brisa que vem do mar é refrescante, pura. O silêncio de tal lugar é reconfortante, isso com meu narguile ao lado, claro.
Tudo isso nos traz uma profunda paz de espírito que não sei bem ao certo como descrever, somente vivendo tal momento o leitor saberá de que eu estou tentando escrever nestas poucas linhas. Ao entardecer fui com uns amigos até um pequeno restaurante na orla e fiquei como se diz empanzinado com tantas ostras.
Pôr-do-sol, ostras, narguile na frente do mar não é para qualquer um não (Não é Luiz? kkk quem manda morar onde não tem ostras). Tem que saber apreciar o momento tão perfeito como este. Hoje fico por aqui, o sol já se foi e eu tenho de ir, uma pena... Mas qualquer hora eu volto para barbarizar os ribeirinhos com meu narguile na praça da matriz.
Distrito de Santo Antônio de Lisboa, 16 de maio de 2009.
domingo, 10 de maio de 2009
Tipos de Fobias
Nesta noite estive varrendo a internet e cheguei na wikipédia no termo fobia. A lista é longa, e tem cada coisa. Vamos a ela:
Abissofobia – Fobia de abismos;
Acarofobia – Fobia de ácaros;
Acrofobia – Fobia de lugares altos;
Aerofobia – Fobia de estar ao ar livre ou exposto a correntes de ar. Este é a definição médica do termo "aerofobia". No entanto algumas vezes também é usado para designar especificamente o medo de voar de avião;
Afefobia – Fobia de ser tocado sexualmente ou não. O termo tmbém é usado para fobia de carinho;
Agorafobia – Fobia de estar em espaços abertos ou no meio de uma multidão. Em realidade, o agorafóbico teme a multidão pelo medo de que não possa sair do meio dela caso se sinta mal e não pelo medo da multidão em si.
Agrafobia – Fobia e aversão ao abuso sexual (estupro). Essa patologia é mais frequente em mulheres que em homens, e suas causas podem estar relacionadas à eventos ocorridos na infância;
Ailurofobia – O mesmo que galeofobia, gatofobia, catufobia, que é a fobia de gatos;
Algofobia – Fobia de se submeter a dor, em especial nos tratamentos odontológicos;
Androfobia - consiste no medo doentio de pessoas do sexo masculino. A terminologia, apesar de formada com radicais gregos (andros = homem e phobos = medo) é de origem recente, e serve para designar os distúrbios psicológico, com raízes possíveis em algum trauma, em geral nas pessoas do sexo feminino, havidos com a figura masculina, gerando assim uma incontrolável aversão e medo de contato com qualquer homem;
Claustrofobia – Fobia de lugares fechados como elevadores, aviões e trens;
Tanatofobia – Essa fobia é uma determinada sensação de extremo medo da morte, pessoas com essa patologia, tendem a não sair de casa, evitam falar em morte, e têm pavor de participar de um funeral;
sábado, 9 de maio de 2009
As Línguas
Não me darei ao trabalho de lembrar tais artigos, mas me darei ao trabalho de transcrever alguns poucos versículos do Livro das Sagradas Escrituras:
Tu te assentas para falar contra teu irmão, cobres de calúnias o filho de tua própria mãe. Salmo 49:20.
Exterminarei o que em segredo caluniar seu próximo. Não suportarei homem
arrogante e de coração vaidoso. Salmo 100:5
Quisera eu entender estas mentes dementes (sim, dementes, pois estão vendo chifres em cavalos), mas talvez nem o bom D’us os entenda.
Bem, no mais se isso continuar não serei o único afetado por tal crime. Pois não será o meu nome que irá para a lama.
E o livro da lei continua num tom áspero:
Cada palavra de seus lábios é um pecado. Que eles, surpreendidos em sua arrogância, sejam as vítimas de suas próprias calúnias e maldições. Salmo 58:13.
Sendo mais franco ainda diante de ato tão abominável, não sei como tenho tanto sangue de barata, talvez seja porque eu use uma britadeira para acertar umas arestas que possuo... Outros desconhecem o maço e o cinzel. Só sei que eu deveria receber meus cem siclos de prata em reparação da calúnia (cf. Deuteronômio 22,19).
Não me importo mais quem foi, o que me importa agora é encontrar um meio de superar esta tremenda decepção que tive com estes de modo quase que geral, salvo por um ou outro.
E por fim, ainda nas sagradas escrituras há algo muito interessante, no livro de Tobias, capítulo 13 versículo 16, onde diz:
Maldito seja quem te desprezar; desonrado, quem te caluniar; bendito seja quem te reconstruir!
Com profunda mágoa e uma memória invejável,
André.
N.S.D., 09 de Maio de 2009.
terça-feira, 5 de maio de 2009
As Pérolas de um Jurista
Hoje estava eu “organizando” os meus livros e alguns papéis que mais parecem colunas salomônicas de tão altas. E dentre tão grande quantidade de papéis e documentos de toda a espécie encontrei algo curioso do meu primeiro ano de faculdade. São pequenas pérolas, porém creio eu que sejam de Maiorca (Maiorca é a maior ilha do arquipélago das Ilhas Baleares localizado a leste da Espanha, esta ilha é famosa pelas suas pérolas negras), devido à qualidade de algumas. Sei perfeitamente que não sou em exegeta em português, mas assim também não. Eis as pérolas com alguns comentários:
“Se o falecido morre...”.
Ué... já não estava morto não? Tens certeza?
“Viúvo é mais chique”.
Essa foi podre!
“Ele é de menor”
Um clássico “probrema”
“Analizamos o caso da exprosão lá em Criciúma”.
Eu acho que deverias ir em um analista... da divisão anti-bombas! Pois isso sim é uma bomba!
“Lesões corporais gravíssima”.
Tamanha era a fome e o pobre “s” foi devorado.
“Atropelação”.
Essa fica boa assim: “Se o falecido morre por atropelação há uma lambança no asfalto”.
“Não foi os pais da menina que cometeram o crime”. (caso Nardoni)
Foram o quem mesmu??
“Não é admissível que tenha um elevador desses... a vigilância sanitária deveria interditá-lo”.
Nossa! Tinha um barzinho lá e eu nem sabia...
“Se eu passar em uma loja, e na vitrine tiver um objeto sem preço, eu posso entrar pegar e levar?”
Essa além de loira é uma porta! Se fizer isso ela nunca mais vai esquecer o que é furto!
“Enquanto a vítima estiver de posse do seqüestrador, o crime está se consumando”.
A vítima seqüestrou o seqüestrador!!!
“Lei n. 8213, trata da aposentadoria por morte”.
É por isso que a previdência vive falida! Ela paga aposentadoria até para os mortos. Vou me matar e pedir aposentadoria também!
"Foi ele que tentou primeiro me atirar com a arma".
Com uma catapulta?
segunda-feira, 4 de maio de 2009
A Ignorância Triunfou!
Os principais vídeos abordam os desenhos da Disney, as músicas da Xuxa e até de uma afamada banda evangélica. E por fim, a mais atacada de todas, a maçonaria. Quanta coisa infundada se tem dito a respeito da maçonaria, e para iniciar meu texto devo lembrá-los do Grande Arquiteto do Universo. Arquiteto? O que faz um arquiteto? Cria! E quem teria criado o universo? Deus! Logo o Grande Arquiteto é o Deus todo poderoso, fonte de infinita bondade e misericórdia.
Pergunto-me incessantemente porque uma instituição como a maçonaria glorificaria o Deus Criador? A maçonaria não era satanista? Muitos homens apoiados nos pilares da ignorância dizem aquilo que desconhecem totalmente.
Que tal uma pequena sugestão: acessem o site do google e escrevam a palavra “maçonaria”, e creio que o primeiro link que irá aparecer é a maçonaria do site wikipédia. E lá neste site está escrito in ipsis literis: “A maçonaria é uma associação de carácter universal, cujos membros cultivam a filantropia, justiça social, aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia e igualdade, aperfeiçoamento intelectual e fraternidade, é assim uma associação iniciática, filosófica, filantrópica e educativa”. E lendo o texto certamente encontrarão o termo “Grande Arquitecto do Universo, ” cliquem e leiam.
Ou procurem saber quem é o padroeiro da maçonaria, garanto que não são demônios. Os únicos demônios que eu vejo são líderes de algumas religiões que se aproveitam do povo sofrido e pouco instruido para ter algum, ou melhor, muito lucro. Estas religiões pregam que tudo é culpa do diabo, bem creio eu que é muito fácil por a culpa pelos flagelos que sofremos no capeta e assim se eximir de toda e qualquer culpa.
Outra coisa que me chama muito a atenção é uma amiga de minha avó materna, esta “amiga” sempre disse a minha avó: “eu tenho tanta pena de ti, tu não irás te salvar!” Creio que não seja necessário dizer que esta amiga de minha avó professa outro credo. Credo este que prega que somente o seu rebanho será salvo. Só este será salvo? Porque? Porque faz contribuições em espécie? E quem eles acham que são para dizer se alguém será salvo ou sofrerá a danação eterna?
Deus é um só! E cabe a ele julgar, e assim decidir quem será salvo! E eu não serei julgado pela igreja que eu freqüentei em vida, mas sim pelos atos que eu pratiquei no decorrer de dela.
Isso tudo me lembra de uma parte da missa católica:
“Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões...”
Então ninguém é satanista ou vai pro inferno por assistir os desenhos da Disney ou por ser maçom ou professar um outro credo. Isso tudo é intriga da oposição, querem se aproveitar da ignorância alheia e angariar mais “fiéis” para suas “igrejas.” Afinal, é muito fácil controlar dos ignorantes!
Desterro, 03 de maio de 2009.
sábado, 2 de maio de 2009
Você já abraçou alguém hoje?
Os sagüis nos galhos juntinhos, amáveis uns com os outros, e o beija-flor construindo seu pequeno ninho para a família que tão logo virá. É a beleza do amor. No nosso mundo globalizado não nos damos conta dessas pequenas belezas do dia-a-dia. Contemplar a beleza de um pôr-do-sol, apreciar o balé de um punhado de dentes de leão ao vento. Neste mundo moderno nós somos menos amorosos.
A nossa tecnologia tem nos afastado do contato humano, há quanto tempo não fazemos uma carícia para alguém que nos é caro? Ou um simples amplexo para os mais frios? Em nossos tenebrosos dias de hoje o mais banal abraço se torna por certas vezes tão raro quanto um diamante azul como o Wittelsbach (tal diamante foi leiloado pela famígera casa de leilões inglesa Christie’s pelo montante de £ 16.393.250 algo em torno de R$ 50 milhões).
Então, abraçando mais e parando vez por outra para uma carícia deixamos de ser secos e insensíveis, e conseqüentemente poderemos parar e contemplar com um sorriso o beija-flor construir seu ninho no jardim. Vamos abraçar e sorrir mais, há quem diga que com um abraço e um sorriso podemos conquistar o mundo inteiro.
Desterro, 28 de Abril de 2009.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
O Amor para com o Próximo
Quem já não amou e foi amado? Estes sabem bem o que irei dizer: ruim com ele e pior sem ele! Mas mesmo com seus prós e contras da vida, o amor é algo celestial, divino, pois é paciente, não pede nada em troca e tudo perdoa. Essa pequena palavrinha de quatro míseras letras faz com que mudemos muitas coisas em nossas vidas, desde a forma de pensar até nossos atos e palavras. O primeiro contato que não é lá essas coisas, pois as pernas não obedecem, o coração dispara, temos falta de ar, boca seca e a língua trava.
É horrível, mas ainda bem que isso passa e vem a parte boa. O amor faz que nos tornemos seres melhores, repletos de carinho e complacência, fazemos tanto quando amamos que por vezes somos como Simão Cirineu que carrega a cruz alheia em suas costas.
Mas amar, independentemente do sentido deste amor é isso, é ajudar, compreender e zelar. Por isso estou tão encantado por você, você conseguiu algo muito difícil nesses tempos tenebrosos, que é a busca por algo sério. Por isso que eu te amo.
Por fim em um post scriptum digo que o amor e não apenas um nobre sentimento, mas uma virtude sem medida. Por isso ame a todos a sua volta. Pois o amor embeleza o mundo inteiro.
Desterro, 22 de Abril de 2009.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Um Ensaio sobre a Fraternidade
Notamos que essa pessoa pode ser mais próxima, mais amiga, e por vezes mais humana. É estranho quando mudamos a forma que vemos alguém, especialmente quando há toda uma formalidade em certas ocasiões; se abrir é se expor. Neste momento vemos o quanto estamos errados, o quanto somos temerosos e o quanto nos enganamos em relação aos outros. Seria muito bom se não houvesse nada disso, nada de medos e preconceitos, mas o mundo não é perfeito.
Mas o jeito é tentar mudar isso aos poucos, afinal como disse Lavoisier no século XVIII, “nada se perde e nada se cria tudo se transforma!” E nessa transformação vamos evoluindo, nos desbastando. Nesse processo nos conhecemos melhor e assim sendo conhecemos melhor o nosso próximo, o nosso irmão. Você um dia fora meu “algoz”, e hoje um verdadeiro amigo, um irmão consangüíneo. Isso é a fraternidade! Muito obrigado maninho.
Desterro, 20 de abril de 2009.
Testamento de Heilingenstadt

Como confessar esse defeito de um sentido que devia ser, em mim, mais perfeito que nos outros, de um sentido que, em tempos atrás, foi tão perfeito como poucos homens dedicados à mesma arte possuíam! Não me era contudo possível dizer aos homens: “Falai mais alto, gritai, pois eu estou surdo”. Perdoai-me se me vedes afastar-me de vós! Minha desgraça é duplamente penosa, pois além do mais faz com que eu seja mal julgado. Para mim, já não há encanto na reunião dos homens, nem nas palestras elevadas, nem nos desabafos íntimos. Só a mais estrita necessidade me arrasta à sociedade. Devo viver como um exilado. Se me acerco de um grupo, sinto-me preso de uma pungente angústia, pelo receio que descubram meu triste estado. E assim vivi este meio ano em que passei no campo. Mas que humilhação quando ao meu lado alguém percebia o som longínquo de uma flauta e eu nada ouvia! Ou escutava o canto de um pastor e eu nada escutava!
Esses incidentes levaram-me quase ao desespero e pouco faltou para que, por minhas próprias mãos, eu pusesse fim à minha existência. Só a arte me amparou! Pareceu-me impossível deixar o mundo antes de haver produzido tudo o que eu sentia me haver sido confiado, e assim prolonguei esta vida infeliz. Paciência é só o que aspiro até que as parcas inclementes cortem o fio de minha triste vida. Melhorarei, talvez, e talvez não! Mas terei coragem. Na minha idade, já obrigado a filosofar, não é fácil, e mais penoso ainda se torna para o artista. Meu Deus, sobre mim deita o Teu olhar! Ó homens! Se vos cair isto um dia debaixo dos olhos, vereis que me julgaste mal! O infeliz consola-se quando encontra uma desgraça igual à sua. Tudo fiz para merecer um lugar entre os artistas e entre os homens de bem.
Peço-vos, meus irmãos (Karl e Johann) assim que eu fechar os olhos, se o professor Schimith ainda for vivo, fazer-lhe em meu nome o pedido de descrever a minha moléstia e juntai a isto que aqui escrevo para que o mundo, depois de minha morte, se reconcilie comigo. Declaro-vos ambos herdeiros de minha pequena fortuna. Reparti-a honestamente e ajudai-vos um ao outro. O que contra mim fizestes, há muito, bem sabeis, já vos perdoei. A ti, Karl, agradeço as provas que me deste ultimamente. Meu desejo é que seja a tua vida menos dura que a minha. Recomendai a vossos filhos a virtude. Só ela poderá dar a felicidade, não o dinheiro, digo-vos por experiência própria. Só a virtude me levantou de minha miséria. Só a ela e à minha arte devo não ter terminado em suicídio os meus pobres dias. Adeus e conservai-me vossa amizade.
Minha gratidão a todos os meus amigos. Sentir-me-ei feliz debaixo da terra se ainda vos puder valer. Recebo com felicidade a morte. Se ela vier antes que realize tudo o que me concede minha capacidade artística, apesar do meu destino, virá cedo demais e eu a desejaria mais tarde. Entretanto, sentir-me-ei contente pois ela me libertará de um tormento sem fim. Venha quando quiser, e eu corajosamente a enfrentarei.
Adeus e não vos esqueçais inteiramente de mim na eternidade. Bem o mereço de vós, pois muitas vezes, em vida, preocupei-me convosco, procurando dar-vos a felicidade.
Sede felizes!
Helligenstadt, 6 de Outubro de 1802.
Ludwig van Beethoven.
Obtido em "http://pt.wikisource.org/wiki/Testamento_de_Heilingenstadt"
*Obra: Beethoven em 1803, por Christian Horneman (1765-44) pintor dinamarquês, conhecido principalmente para retratos.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
O Medo
Pombas¹! Vá! Ouse! Veja como é bom sentir a brisa na face num dia de primavera, veja como é bom tentar e conseguir! Não é difícil, basta querer! E já dizia Goethe, o gênio alemão: “seja ousado, e forças ocultas o ajudarão”. No fim de nossas vidas essa ousadia será o que vai pesar na balança de nossa vida. Dependendo do resultado saberemos se vivemos ou não. Saberemos se nossa existência terrena foi proveitosa ou não. Nesta vida só há duas opções: tentar e talvez desfrutar aquilo que buscamos, ou se lamentar no futuro de nunca ter tentado e assim não saber o que poderia ter acontecido. Mais uma vez repito a chave desse enigma: vontade e ação. Vamos tentar?
Faltou dizer: Se podes alguma coisa, tudo é possível ao que crê. Mar. 9:23
Desterro, 16 de abril de 2009.
¹ Elói Girardi, meu querido professor em 2005 no IEE.
domingo, 12 de abril de 2009
Amor Vincit Omnia
Desterro, 12 de Abril de 2009. Dia da ressurreição do Senhor.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Ecce Lignum Crucis! – Eis o lenho da cruz!

Neste dia, luto e consternação se fazem presentes em nossos corações. Mas há ainda na parte mais insondável de nossos corações, onde habita a esperança da ressurreição do Senhor. Esperança esta que devemos mesmo com o peso da dura cruz ter todos os dias dentro de nós. Quem dentre nós não tem o seu lenho, seu fardo a carregar dentre caminhos escuros e tortuosos? Creio que seja a fé a chave disto tudo. Pois penso que sem ela não vamos a lugar algum, nada sabemos e nem nada somos. Devemos hoje meditar sobre as XIV Estações do Caminho do Calvário, aliás, para mim são XV Estações na Via Crucis, sendo esta décima quita a ressurreição de Xto. A ressurreição que todos nós esperamos, a vida que tanto buscamos junto à luz da face do Criador. Por isso meus irmãos em Cristo, hoje é o dia de refletirmos sobre a paixão do Senhor, hoje é o dia também de fazermos uma minuciosa reflexão sobre nós mesmos, sobre o que somos e o que devemos ser.
Com mão rude e um coração repleto de infindas esperanças aguardando a vinda do Senhor.
sábado, 4 de abril de 2009
Credo in Bach

N.S.D., 04 de Abril de 2009.
O Retrato

E ao mesmo tempo esse branco me recorda formas alvas, claras, divinas, a pureza lirial, o sublime dom da criação, a inocência e a pureza, de não dadas como crianças passeando alegres sobre o sol da primavera, é insondável. Eis a graça que pedimos ao Soberano, poder um dia chegar ante ele com as mãos puras como a face do homem do retrato. Seu olhar era tocante, distante, indescritível... Ao mesmo tempo que nos passa serenidade e tranqüilidade, há também no fundo um ar triste e incompreensível mesmo aos mais letrados. Esse retrato parece mudar de forma conforme o ângulo do qual o contemplamos. Gostaria de ser puro tal como o que vi em tal retrato. Ele me fez transcender a visão deste mundo, e ver como as coisas mais simples são as mais belas.
N.S.D., 04 de Abril de 2009.
domingo, 29 de março de 2009
A Simplicidade e as Aparências
N.S.D., 28 de Março de 2009.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Tio Deco, O Pensador?
Post Scriptum: para os Bodes, uma definição minha datada de ontem (26-03-09) "M.'. é moral e N.'.A.'.R.'. é religioso".
N.S.D., 27 de Março de 2009.
Caminhos
Ilha dos Desterrados, aos 26 (27) de março de 2009 A.D.
Relógios Russos


São todos frutos dos trabalhos horológicos da família Bronnikov, estabelecida em Vjatka, na Rússia. Essa família tem uma história curiosa. O primeiro membro dela a produzir relógios foi Ivan Bronnikov. (1770 - 1860). Em 1837, lhe foi solicitado que exibisse algumas peças suas na feira de exposições que o Conselho Industrial da sua cidade, realizaria. Recusando esse convite, Ivan argumentou que já estava bastante velho para tal, mas que seu filho Semyon Ivanovitch (1800-1875) iria ali mostrar algumas "coisas pequenas". Para o espanto de todos, foi então exibido um relógio de bolso totalmente confeccionado em madeira, que diz a história não oficial, logo após o evento foi adquirido pelo futuro Czar Alexandre II

Semyon teve sete filhos, desses, Mikhail Semyonovitch e Nicolai Semyonovitch continuaram esse trabalho, que passou à terceira geração pelas mãos do filho de Mikhail, Nicolai Mikhailovitch.
Tais relógios eram vendidos no mercado local e também em Moscou, por preços que custavam pelo menos 30% a mais que os relógios convencionais de ouro. Para a época, funcionavam com relativa perfeição.
Relógios Bronnikov foram laureados em diversas exposições de relógios internacionais, entre as quais, nas exposições de Viena, em 1896 e de Paris, em 1902.
Coleções do Kremlin, do "Moscow Clock Industry Research Institute" e do "Tbilisi Museum of People's Art" abrigam algumas dessas peças assaz curiosas.
No Antiquorum (conhecida casa de leilões de relógios), alguns Bronnikov em madeira e marfim foram vendidos respectivamente por 29.900 e 34.500 francos suíços.
Fotos dos relógios por Antiquorum.
quinta-feira, 26 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
Os Amores de Darlla
“...por isso parei de ouvir minha música de apaixonada (sim, ainda estou apaixonada, a retardada) e resolvi ouvir type o negative tocando beatles.”
“Darlla”, quem não é retardado? Todos nós padecemos desse retardo mental do qual uns comecem por amor. “Quem me dera ser retardado ao ponto de ser internado na UP do IHC.” Padecer de amor, é isso que nos atormenta e ao mesmo tempo nos alimenta a alma como um maná celestial. E no mais minha caríssima amiga, seu amor está no máximo a 30 km de sua casa, vá até lá. Já eu não sei se vou sequer ver esse amor tão cedo, mas estou disposto a mudar isso. Afinal vocês não me chamam de “camelinho?” Vou pra SP nem que seja andando! Bjs Darllinha...
N.S.D., 20 de Março de 2009.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Grata Surpresa
Nesta cretina manhã (sei lá, o tempo está estranho, nem frio nem quente, não gosto disso), eu no intervalo da faculdade me pus a vagar pelos corredores e parei na sala 503. Lá eu encontrei o Prof. Gustavo, o qual me deve uma ida ao Irish Pub (e eu vou cobrar, tenha certeza disso! ssrrsrs). Mas o que me leva a escrever nesta estranha manhã não são as dívidas do Gustavo, mas sim algo que me passou pela cabeça e o coração naquele dado momento. Como é bom rever os amigos que há tempos não vemos! E que bom também seria termos tempo para um logo café para por o papo em dia. Não é somente este amigo que eu pouco vejo que me é caro, quantas pessoas nos são? Todos nos são caros! Mesmo aquelas que pouco convivemos, sempre estimamos, e assim sendo devemos ser sempre amáveis com todos (e isso é difícil). Fortes são os vínculos que não se dissolvem com o personagem implacável e irredutível que é o tempo. Ele apaga tudo, ou quase tudo... A verdadeira amizade não se vai com o tempo, ela perdura para sempre. Por isso Gustavo lhe digo que me foi uma grata surpresa lhe ver novamente! O amigo mais novo que eu fiz foi o Caju, nos conhecemos dia 28.02, e creio que tão cedo não nos encontremos mais. Mas mesmo assim eu o perturbo vez por outra com um e-mail ou MSN com minhas dúvidas “jurídicas”. Já tenho alguma coisa para te agradecer. Outra pessoa especial é a Karla, afinal “o que seria de nós sem nós mesmos?” Amizade é isso, correr atrás do amigo e atende-lo quando ele vem ao nosso encontro. Além de ouvir, um amigo deve ajudar sempre que possível, seja diretamente quando ele nos pede ajuda para levantar, ou indiretamente quando o defendemos quando falam pelas suas costas. Enfim amigo é uma das melhores invenções que eu já vi.


