terça-feira, 27 de abril de 2010

Fusca-Fusca!

Socorro Giow! Não agüento mais contar fusca-fusca! Essa brincadeira da Mel é phod... srsrsr, essas brincadeiras de criança pegam mesmo!

E toda vez que vejo um fico lembrando de umas coisas, de um alguém, e de uns bons momentos.
E para ajudar essa cidade é um antro de fusquinha, só hoje foram oito, até no Diário Catarinense de hoje tinha um...

Assim não dá, assim não pode! Nem conto mais carneirinhos, e sim fusquinhas pra dormir - por motivos dignos do óbvio ululante! :P

Mas mesmo com esse TOC a brincadeira é divertida e conforta um pouco...

Um dia desses temos que nos juntar e contar mais uns, fumar uns narguiles e rir muito!


NSD, 27 de Abril de 2010.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O que o Coração Pensa

Quem pudera entender os intentos do Supremo Supervisor dos Mundos...

Qual seria o motivo de certas coisas? Qual seria o tão falado “propósito maior?”.

Por vezes O vemos como o Misericordioso, Complacente, que faz branco até o pecado de sangue. Em outros momentos há o Deus que Vida e misericórdia nos concederam, e seu cuidado guardou nosso espírito. Embora escondas estas coisas no teu coração, sei que as andavas remoendo em tua mente: Se eu pecar, estarás me observando e não consentirás que eu seja livre da minha iniqüidade.

Não quero aqui discutir a Misericórdia Divina, pois nela creio, mas o que eu estou pensando é justamente nas coisas opostas que sempre estão mudando como a roda da fortuna. Em dado momento temos algo palpável como concreto, depois a coisa se desfaz como fumaça ao vento, e depois se materializa como concreto novamente.

Como isso é irritante! (acho que aquele onhnnnnnnn pra aclamar é pior!) Não podemos fazer nada quanto a isso... Somente nos resta esperar, e deixar que Ele faça o que lhe aprouver, o que for melhor.

Mas, determinadas coisas são relativamente simples, e mesmo assim se tornam complicadas ao extremo, e por vezes parece que alguém lá no alto está dormindo, mas quando resolve acordar do seu cochilo secular, ajuda a acertar certas coisas que vão e vem como um pêndulo. Acho que alguém lá encima deve abrir bem os olhos, e alguém aqui embaixo, deve ir se habituando com algumas atitudes. Sei que o santo é de terracota, e há inúmeros remendos, mas nem por isso esse andor deve ir seguir como os vigorosos e invejáveis passos de uma tartaruga.

Vamos que vamos. Não tenhas mais medo. Nada é cedo demais. Nada é tarde.

Prefiro viver aquele final de semana tal, como se fosse acabar e não ter mais outro...

Sinto que não vai acabar assim, se que tem muito pra acontecer, porém gosto de viver

(quando vivo rss) de forma intensa e plena.

Acho que isso não depende mais de mim... A única coisa que depende de mim é te amar incondicionalmente.

N.S.D. 26 de Abril de 2010.

*Texto iniciado em 21/04.

domingo, 25 de abril de 2010

Uma Noite Perfeita!



Um pouco sobre...

Um pouco sobre gosto musical:

"Meu lado brega escuta Salieri."
Caio F. Barbosa

N.S.D., 25 de Abril de 2010.

domingo, 18 de abril de 2010

Um diazinho Hilário

Depois de dar uma breve passada pelo Empório Mineiro com alguns amigos, juntamos o povo para ver um filminho. Filminho mesmo, a Michelle Pfeiffer fez um lixo chamado “Cherry”. Tosco, pobre, fraco.

Após desse abapurú cinematográfico, eu, Dai, Giow e Neto ficamos jogando conversa fora por um tempo até Morpheus nos chamar. Enquanto isso não acontecia, e o povo ia caindo (a Giow foi a primeira como sempre kkk), fiquei conversando sobre música com o Neto. Até que enfim alguém que não acha meu gosto musical apurado demais (e minhas piadas intelectuais demais, coisa de gente disléxica mesmo).

Depois do narguile(s) da aurora, resolvemos sair e levar a Mel na Lagoa, e depois aproveitar a carona com a Giow para voltar a Vila do Desterro. No meio do caminho reiniciamos uma brincadeira da Mel: contar fuscas. A brincadeira consiste em toda vez que ver um fusca dizer “fusca-fusca”, e contar um ponto. E se for um New-Beetle, diz-se “biru-biru”, e conta-se 2 pontos a cada.

Oh coisa neurótica, mas divertida ao extremo. O problema que eu fico com isso no mínimo por uma semana na cabeça. Fusca-fusca, Fusca-fusca, Fusca-fusca, Fusca-fusca, e Fusca-fusca. Complicado e neurótico, mas divertido.

Na quarta-feira irei à roda de narguiles na Giow e contar mais uns bons “Fusca-fusca” em agradável companhia, a saber, Giow, Dai e Neto.

NSD, 18 de Abril de 2010.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Sandro e o seu Violão

Nesta jocunda noite o Sandro veio da sua aula de violão falando que no violão com cordas feitas de nylon, os acordes menores são extremamente semelhantes aos maiores.

Já utilizando cordas de aço, a diferença é ululante.

Logo após ele me dizer isso, sentei ao piano e toquei alguns acordes, maiores e menores. Isso só pra saber se ele consegue perceber a diferença entre um e outro.

Toquei um “Dm” (ré menor) e ele me disse: “MAIOR”.

Como a resposta soou de forma dissonante aos meus pobres ouvidos eu toquei em seguida o “D” (Ré Maior). E ele respondeu o seguinte: “ESSE É MAIOR AINDA”.

Ai, como eu sofro.

Não, não, pior é ele cantando na frente de um diapasão digital pra saber que nota é... quando for possível postarei essa pérola no youtube.com.

Aguardem as próximas notas dessa música, antes que eu resolva tocar um phoda-se symphônico dando em cima de sí, sem dó.

NSD. 14 de Abril de 2010, data do naufrágio do RMS Titanic, o que explica muita coisa.

O Afinador de Pianos


Nunca fui um exímio músico, já como Mestre de Harmonia, modéstia as favas sou sim.
Tenho no piano a minha grande paixão, a companhia nas alegrias e o consolo nas dores.
Estava aqui lembrando do Sr. X, que em dezembro passado afinou e regulou o mecanismo do meu piano. Cobrou-me 180,00 pela afinação e mais 120 pela regulagem do mecanismo, perfazendo o montante de 300,00, com garantia claro.
Em janeiro do corrente ano, uma tecla parava de funcionar, um “fá sustenido” tornara-se o “fá suspendido” do meu pobre Essenfelder. Liguei para o afinador o Sr. X, expliquei a situação, e ele me disse que no dia seguinte ele estaria na minha casa para ver o piano.
Bem, ele não veio, e nesse dia liguei para o seu celular que tocou até cair na caixa postal. Bem problemas e imprevistos ocorrem com todos nós... No outro dia, liguei novamente e o celular estava desligado e resolvi ligar para a loja da família que só trabalha com pianos. Nada, ninguém atendeu e como a loja funciona juntamente com a residência da família, liguei para lá e nada. Espero até hoje pelo Sr. X...
Minha sorte foi a minha teimosia e um pouco de conhecimento, pois nas aulas de piano, desmontávamos alguns de tempos em tempos para compreender seu funcionamento.
Éramos uma guerrilha para pianos, era hilário. Muita pecinha mesmo. Então com o auxílio do meu amigo e Organista-titular da Catedral Metropolitana de Florianópolis, Caio F. Barbosa, demos um jeito na marteleira com um tubo de cola.
Hoje tenho vontade de tocar outro instrumento de teclas, um positivo, ou uma organeta, portativ, todos esses são tipos de órgão, cada qual com sua peculiaridade. Mas o meu favorito é o que o sultão toca na história “As Aventuras do Barão de Münchhausen”. O órgão do sultão dispõe de uma caixa para os tubos como em todo órgão, porém esse instrumento não dispunha de tubos, palhetas nem relés, mas sim de pequenos espetos e no lugar dos tubos, na caixa havia uma série de prisioneiros. A cada tecla pressionada, uma lança espeta um determinado prisioneiro e este solta um “grito-nota”. Acho que o Sr. X deveria conhecer tal instrumento, digno de fazer parte das trilhas de filmes de terror.
Agora chega de brincadeira, para mim o mecanismo do piano esta bom, e meu amigo Caio, o organista, o toca com freqüência, e nunca notou nada de estranho naquele piano.
Portanto, acho que o Sr. X, além de me cobrar bem, conseguiu piorar bem o meu instrumento.
Como cada afinador após realizar o trabalho assina uma tecla na parte interior do piano, e ele me deu a garantia de seis meses, ele vai ter que me ressarcir de alguma forma.
Agora só posso dizer a mim mesmo, “quem mandou trocar de afinador”. Porém assim eu já sei que dos três que existem na cidade, só um é sério.

N.S.D., 14 de Abril de 2010.

*Obra: O Afinador de Pianos, por Norman Rockwell (1894-78) pintor e ilustrador americano. 

domingo, 11 de abril de 2010

Stammtisch in allem, auch regen!


Ontem na Ponta de Baixo ocorreu a VI Stammtisch de São José. Por volta das 11h a Rua Pe. Réus foi tomada por várias barracas de gastronomia típica como strudel, tortas, bitter, spritzwurst e muito chopp do Opa.
As confrarias e grupos folclóricos trataram de animar a festa juntamente com uma banda típica. Enquanto o velho bandoneon nos inebriava com os sons dos séculos passados, a soprano Raquel Weiss tratou de nos encantar com sua bela voz.
Agora um pouco de história: Stammtisch é a junção de duas palavras (como tudo em alemão pode ter umas penca de letras srsr) onde Stamm é tronco e tishc é mesa, pontanto a mesa de tronco, onde as pessoas de origem germânica se reúnem para reservar as suas tradições, tais como, música, gastronomia, trajar, e idioma.
Com esse intuito de preservação da cultura alemã a Associação Cultural Deutsche Welt vem organizando e divulgando os eventos dessa natureza. Tais eventos sempre concentram grande número de pessoas de diversas partes do estado e sempre são muito animados desfazendo a visão popular que o povo germânico é naturalmente carrancudo.
Alias, alemão é que sabe saber festa, olha só a Oktober... bem melhor do que ficar comendo as tainhas gordas e sebentas. Então, Stammtisch über alles! Ein Prosit!

Desterro, 11 de Abril de 2010.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Livre-Arbítrio



Existe para nós, membros de uma sociedade o livre-arbítrio? Há muitos que vão dizer que sim, que temos escolha, essa liberdade. Creio eu que todos os religiosos pregam a existência do livre-arbítrio exemplificada na escolha entre as trevas e a luz.
Livre-arbítrio é escolher livremente. Para mim quando algo ou alguém influencia na escolha de algo, não há livre-arbítrio, a exemplo de Eva com a vil serpente no Gênesis.
Nós teríamos um arbítrio totalmente livre? Acredito e digo com veemência que um ser que viva sobre um codex qualquer não possui nada. Pois o indivíduo sabe que se o ato a ser praticado é tipificado (em leis ou costumes sociais) haverá uma sanção legal por parte do Estado ou da sociedade.
A justiça, sentada em seu trono, sem a balança e com a espada comodamente apoiada em suas pernas, “julgará” qualquer ato delituoso (Esta representação da deusa Themis é encontrada no Distrito Federal).
Quem pode então desfrutar do livre-arbítrio? Os selvagens? Aborígenes? Bem, até essas sociedades antropologicamente mais rudimentares possuem suas tradições, suas leis, suas normas de conduta. Então realmente podemos escolher? Será que para isso devemos voltar ao estado original ou de natureza, anterior ao Pacto Social retratado por Hobbes, Locke e Rousseau?
Recordo de Pedro I do Brasil e IV em Portugal que detinha o poder moderador. Mesmo detendo o poder moderador que controlava os outros poderes, ele vivia sobre um codex. Se não o legal, o moral, ou o religioso, e exemplo do decálogo católico, incutido em nossas mentes desde os mais tenros anos. E como estes valores são muito intrínsecos em nós refletimos muito antes de praticar um ato.
Por fim, havendo uma reflexão antes do ato a ser praticado, não há livre-arbítrio, pois tememos as penalidades oriundas das transgressões de nossos atos.

Desterro, 06 de Abril de 2010.

sábado, 3 de abril de 2010

Alguns Relatos de uma Sexta Santa

Acordei cedo hoje, 07:56. Achei que dormiria por mais tempo devido à procissão do de ontem. A Procissão do Senhor Morto é sempre pesada, cheia de orações particulares, e mal organizada. Não sei como isso é possível... Aliás, em verdade vos digo, eu sei. E o motivo para tanto é que “““faltam pessoas para auxiliar””” (com aspas tripas, itálico e grifo).

Como já disse nesta semana santa: “se esta é minha cruz, só me resta abraçá-la de bom grado”, então ao “““organizador””” da procissão só posso dizer: Já que escorraçastes todos que lhe ajudam por pura vaidade, então tome essa cruz a costas e caminhe calado! Afinal, você desejou e causou isso.

Ontem nosso Arcebispo, Đom Murilo, proferiu o tradicional Sermão da Soledade, no qual ele disse ao seu rebanho o exemplo de vida cristã nas mulheres, em especial às avós que tem via de regra ao seu encargo o ensino religioso aos netos, e outros membros da família. Đom Murilo também falou do perdão. Perdão para mim é uma coisa divina, e como não sou divino e estou muito distante disso, fica complicado mesmo.

Na última Sexta-feira Santa, em face a um desentendimento com o “““organizador””” fui ter com ele uma prosa com o seguinte teor: “procissão é sempre assim, estamos todos estressados e peço desculpas, embora você não tenha me entendi muito bem”. E essa criatura “““exemplo de vida cristã””” o que fez? Se quer me olhou na cara, portanto falo sem medo e remorso em meu coração: hipócrita vaidoso! E como diria Vovó Panzer em relação ao seu trabalho na procissão: “dienst von schw.” (pra quem fala alemão fica fácil entender a abreviação).

Até quem no outro ano achou que eu estava errado, esse ano obteve a graça de ver quem é o malfeitor. Contra fatos tão concretos não há argumentos.

Outra coisa que me causou espanto, e não só a mim, foi um sujeito, que sei lá quem era que estava na Rua Deodoro na frente da procissão ralhando palavras incompreensíveis e atentando contra os direitos resguardados pelo Código Penal em art. 208 combinado com o art. 233 do mesmo Codex. Só me pergunto: e o longo braço do Estado? Motivos de piada, claro.

Outra coisa me que ocorreu muito ontem foi a primeira Semana Santa sem o nosso Queiki. É Caco, você faz muita falta meu amigo. Requiescat in pace.

NªSªD, 3 de Abril de 2010.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Pôncio PILATES


Hilário! kkkk, pode conferir no site: http://msn.onne.com.br/cultura/materia/12723/paix-o-de-cristo

Eu reconheço que eu não tenho sequer condições de ficar apontando o erros, mas, achei muito divertido!

N.S.D., 1 de Abril de 2010.

Para Fora!


O Ministério da Fazenda está estudando retomar a produção de notas de plástico no Brasil.

O que se pretende, contudo não é colocar este tipo de cédula nas mãos da população. Mas sim exportar o dinheiro em polímero para diversos países da América Latina como a Venezuela, o Paraguai, o Uruguai e a Argentina (Fonte: IstoÉ edição de 31/03/2010).


Portanto, é um verdadeiro espanto aos olhos deste numismático e filatélico há mais de dez anos a informação de que o Brasil mande fazer suas moedas em outro país.

Este que vos escreve não consegue enteder o motivo que leva alguém a tentar versar sobre assuntos que não domina.


Desde a década de 1960 que a Casa da Moeda é auto-suficiente em sua produção, portanto não dependendo mais da American Bank Note de N.Y. e a Thomas De La Rue de Londres.

Hoje em dia, devido a alta qualidade de seus produtos, a Casa da Moeda do Brasil tem exportado seus produtos a muitos países da América Latina.

N.S.D., 1 de Abril de 2010.