segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Um filme, e uma felicidade
domingo, 5 de dezembro de 2010
Rindo com Música
Caríssimos leitores, ontem eu tive a graça de poder acompanhar ao vivo o programa online do pianista Gustavo Veríssimo no seu twitcam (e a anta aqui nem sabia que isso lá existia). A transmissão começou lá pela meia-noite e o repertório foi algo indescritível!
O repertório foi caprichado, ia desde Odeon de Nazareth, Velha Modinha de Lorenzo Fernandes, Bis du Bei Mir atribuída a Bach (essa foi pedido meu kkk), Clair de Lune, e pasmem: Bad Romance da Lady Gaga!
Algo muito curioso mesmo, Lady Gaga não era nem a última coisa que eu imaginava ouvir num piano, mas conhecendo meu amigo Gustavo, e recordando bem das nossas crises musicais no velho Essenfelder da escola... Bem, não é de todo estranho. Villa-Lobos sofreu muito naqueles saudosos anos, e a monitora do Laboratório do piano, a Ivonete também.
Sinceramente, mais estranho que Lady Gaga é ouvir o que eu acabo de ouvir enquanto escrevo esta crônica: meu pai cantando “la Donna è móbile, a outra é fixa”. Que Bach me ajude!
Enfim, Deus sabe o que faz! No mais, foi uma experiência impar, e lamento profundamente de não poder ter tido a oportunidade de dividir essa experiência com vocês. Quem sabe quando eu conseguir usar o twitcam... kkk.
Por fim, Gus, parabéns pela iniciativa e pelo repertório!
N.S.D. 05 de Dezembro de 2010.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
2012 e a Definição de Hecatombe
Ontem resolvi assistir o tão comentado filme 2012. Não o assisti antes, pois tenho alguns problemas com cinemas. Em especial que, para mim ficar muito tempo sentado sem movimento me causa muitas dores nas pernas, e sempre termino o filme me arrastando para fora como o Quasímodo de Notre Dame de Paris, de Victor Hugo.
Essa foi sem noção mesmo, mas sem noção foi o suspiro no meio do Cannon de Pachelbel. Quem assistiu o filme Amadeus, sabe da cena onde Mozart toca Salieri e suspira pela facilidade da música. Coisas do Tio Deco mesmo... rsrssr
N.S.D., 05 de Maio de 2010.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Sandro e o seu Violão
Nesta jocunda noite o Sandro veio da sua aula de violão falando que no violão com cordas feitas de nylon, os acordes menores são extremamente semelhantes aos maiores.
Já utilizando cordas de aço, a diferença é ululante.
Logo após ele me dizer isso, sentei ao piano e toquei alguns acordes, maiores e menores. Isso só pra saber se ele consegue perceber a diferença entre um e outro.
Toquei um “Dm” (ré menor) e ele me disse: “MAIOR”.
Como a resposta soou de forma dissonante aos meus pobres ouvidos eu toquei em seguida o “D” (Ré Maior). E ele respondeu o seguinte: “ESSE É MAIOR AINDA”.
Ai, como eu sofro.
Não, não, pior é ele cantando na frente de um diapasão digital pra saber que nota é... quando for possível postarei essa pérola no youtube.com.
Aguardem as próximas notas dessa música, antes que eu resolva tocar um phoda-se symphônico dando em cima de sí, sem dó.
NSD. 14 de Abril de 2010, data do naufrágio do RMS Titanic, o que explica muita coisa.

