
O primeiro dos motivos que me levam a escrever hoje é algo que eu deveria escrever ontem, mas devido ao processo de mortificação da carne oriundo da Procissão de Passos não pude sentar na frente do PC e escrever algumas poucas linhas. Porém hoje posso fazê-lo em dobro...
Pois bem, seguindo o título ai vai a primeira.
No retorno da imagem do Senhor Jesus dos Passos (é não tem “BOM” no nome do Senhor dos Passos do IHC padre, aconselho a utilizar um aparelho auditivo ou procurar a APAE, o que é mais indicado no seu caso), ao IHC no meio da procissão, pude notar algo que de fez “sapatear” um pouco: um tapete na Rua Tiradentes.
Mas, não era um tapete qualquer, e sim um cálice. Normalmente se utiliza um cálice com uma hóstia, e só isso. Mas o “brasão” do Avaí F.C. no cálice já é demais.
Como diria Boris Casoy: “Isso é uma vergonha!” Ahhh! Errrr! Não contei tempo, meti o pé e acabei com o horrendo tapete no meio da procissão. No mais solicitarei um parecer da Congregação para a Doutrina da Fé (hahaha).
Não cabe um time de futebol em uma procissão, pouco importa se é o Figueirense F.C. ou o Avaí F.C.. Tomem vergonha nessas caras! Em tempo, dia 21 de março, dia da procissão, o Avaí perdeu para o Imbituba por 1 a 0! Est fantastique!
Segundo tema:
Sabe quando comentamos com alguém algo que fizemos em casa, ou qualquer outra coisa? E esse alguém solta: “por que não me convidou?”
Francamente, eu não digo isso a ninguém. Se não convidei, foi por que não deu, ou por vezes não pude, em virtude da companhia (por vezes não quis convidar ninguém). Ou será que tenho que convidar os amigos para segurar vela? Tenho direito a privacidade de vez em quando. Um pouco de vergonha na cara faz bem, tanto aos fazedores de tapetes para procissões bem como para os amigos sem noção.
Sem mais,
Nª.Sª.D. 22 de março de 2010.