Há exatos dois séculos nascia na cidade de Żelazowa Wola, na Polônia o maior poeta do piano: Chopin.
Frédéric Chopin foi indubitavelmente foi o compositor mais expressivo do período romântico, seus prelúdios, valsas, mazurcas até hoje encantam o mundo e desafiam seus interpretes devido ao nível técnico exigido.
Suas obras são imortais, e nada se iguala a beleza e principalmente a emoção nelas contidas. Chopin parece até sinônimo de amor...
Hoje só nos resta pranteá-lo e admirar sua obra. Quem desejar pode ir ao Cimetiere du Pere Lachaise em Paris e visitar seu túmulo, ou ir a Polônia onde estão a sua máscara mortuária e o molde de suas duas mãos.
Um fato curioso, Chopin tinha medo de ser enterrado vivo, por isso seu coração foi extraído e depositado em uma urna de cristal lacrada que foi guardada em um dos pilares da Igreja da Santa Cruz, em Varsóvia.
Escreverei agora sobre algo que eu infelizmente presenciei. Recordo-me bem dos tempos que eu estava cursando o ensino médio no Instituto Estadual de Educação, e uma “colega” me disse o seguinte (incluindo a pronúncia utilizada por ela):
“Eu não gosto de Freddý Xôpim, pois ninguém canta, só tem ritmo.”
Minha vontade foi de demonstrar o que era ritmo a ela. Segurando por seus longos cabelos, eu deveria bater a cabeça dela contra um teclado de piano em um ritmo frenético de um presto agitato... Assim ela poderia compreender o que é ritmo e o que é uma harmonia celeste.
Nª. Sª. D. 1º de março de 2010.

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