sexta-feira, 19 de junho de 2009

Alguns Laivos de Esperança

Ontem foi um dia muito divertido, e muito produtivo! Fiz novos amigos, e dei muitas gargalhadas devido a um pedido de um amigo. Tal pedido foi ir ao GOB e buscar 10 processos pré-formatados, detalhe, esse amigo, um crânio da informática criou um sistema onde esses processos podem ser obtidos on-line.

E a pessoa a qual eu solicitaria tais papéis era hilária – a tal ponto que eu só ria e não lembro do nome da criatura, e ainda descobri o “chuchu” e o “aprendiz de chuchu”. Mas agora eu sei por que EU tive de ir até lá para buscar a papelada srsrsr... Vocês não existem meus amados irmãos. E nos mais, uma cópia impressa nunca é demais.

No mais, nossas esperanças e futuro estão depositados nesses processos. Gostaria também de falar mais sobre outra coisa que me ocorreu também ontem, porém as mazelas alheias não são publicáveis e o que é dito no confessionário é segredo de confissão. Mas o que posso dizer é conte comigo. E esta afirmação não é tão somente um laivo de esperança, mas sim um compromisso... Pois temos que ajudar uns aos outros! Lembro-me de Goethe que dizia: “A amizade é como os títulos honoríficos: quanto mais velha, mais preciosa”.

E como cultivamos e mantemos uma amizade?
Para uns é uma coisa tão complicada como fórmulas matemáticas, mas essa fórmula é muito simples: companheirismo e fidelidade.

N.S.D., 19 de Junho de 2009.
Com o coração repleto de alegrias e esperanças,

André Carpes



quinta-feira, 4 de junho de 2009

Os (des)Arranjos do Coral S. Cecília

Hoje estive recordando os tempos em que cantei no Coral Santa Cecília da Catedral de N. S. do Desterro. Sem dúvida alguma foram bons tempos! E em meio a todas essas lembranças me recordei de algumas brincadeiras que os coralistas mais extrovertidos faziam. Abaixo uma pequena amostra do que ouvi bastante e ri mais ainda.
“Es ist ein Ros’entsprungen” música de Praetorius (1571 - 1621) virou “Es ist ein roszen istiprunguen”. Meu pai amantíssimo!! “Istipunguem oh ixtepô!!”
O salmo “os nossos olhos estão fitos no Senhor” foi entoado com pompa e circunstância da seguinte forma: “Os nossos olhos estão fritos no Senhor”.
J. Haydn (1732 -1809) escreveu “A Criação” oratório baseado na criação descrita no primeiro livro do pentateuco. E o “Hino da Criação” do mesmo oratório foi chamado de “Hino da Malcriação”.
A antífona Salve Regina com seu belo “et Iesum” (da parte “et Iesum benedictum fructum ventris tuis”), tornou-se “É Tia Zú” Em homenagem a Zuleima Laus, coralista do S. Cecília.
No Te Deum do Padre Besen na parte que diz respeito a voz dos profetas, “É a voz” ficou no final daquela salada “É avó”.
O Cântico a Nossa Senhora das Dores “Oh Quanto é Grande” foi grandiosamente chamado de “Oh como era grande”.
Salve dia bendito no qual Deus se encarnou, da música Um anjo a Virgem Santa, que estava escrito “Salve dia bendito no qual D. se encarnou”. E era cantado por um coralista: “salve dia bendito no qual desencarnou”.
Algumas mulheres não cantavam no Cordeiro o "dai-nos a paz" mas sim "dai-nos rapaz!"
Há também na Missa Pastoril para a Noite de Natal, do Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767 -1830), o Hosana in Exelcis tornou-se Rosana e a Jécia - Outras duas coraliastas. Minha prima (mesmo não sendo coralista, e muito menos católica), cantava "Bendito o avião que vem em nome de Alláh! Osama nas Alturas!"
Da ladainha de Nossa Senhora, o Regina Patriarcharum (Rainha dos patriarcas) tornou-se Regina parte a cara!
E por fim, a mais hilária das pérolas que eu no momento lembro. Uma missa cantada em latim, onde a invocação ao cordeiro dizia “Agnus Dei qui tollis peccata mundi” (Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo). Bem, eu ouvi claramente “Agnus Dei clitóris peccata mundi”.

N.S.D., 04 de Junho de 2009.