Já se faz tarde e as benditas idéias e pensamentos diversos estão pipocando em minha mente inquieta. Estou pensando em uma longa conversa que tive com um amigo esses dias, aliás, uma conversa que eu tive com até então um colega que vejo todas as semanas. No coleguismo ainda temos certas reservas, pois ainda não nos conhecemos o suficiente para revelar certos pontos de nossas vidas. Em certo momento, e não sei por que cargas d’água começamos a conversar e nos entender. Aquele de quem temos temores e receios muitas vezes infundados se mostra um grande amigo quando deixamos de ser beligerantes e baixamos a guarda. Desta forma obtemos o nosso brevet para ir às alturas do firmamento e assim chegar à liberdade, à igualdade e à fraternidade.
Notamos que essa pessoa pode ser mais próxima, mais amiga, e por vezes mais humana. É estranho quando mudamos a forma que vemos alguém, especialmente quando há toda uma formalidade em certas ocasiões; se abrir é se expor. Neste momento vemos o quanto estamos errados, o quanto somos temerosos e o quanto nos enganamos em relação aos outros. Seria muito bom se não houvesse nada disso, nada de medos e preconceitos, mas o mundo não é perfeito.
Mas o jeito é tentar mudar isso aos poucos, afinal como disse Lavoisier no século XVIII, “nada se perde e nada se cria tudo se transforma!” E nessa transformação vamos evoluindo, nos desbastando. Nesse processo nos conhecemos melhor e assim sendo conhecemos melhor o nosso próximo, o nosso irmão. Você um dia fora meu “algoz”, e hoje um verdadeiro amigo, um irmão consangüíneo. Isso é a fraternidade! Muito obrigado maninho.
Desterro, 20 de abril de 2009.
Notamos que essa pessoa pode ser mais próxima, mais amiga, e por vezes mais humana. É estranho quando mudamos a forma que vemos alguém, especialmente quando há toda uma formalidade em certas ocasiões; se abrir é se expor. Neste momento vemos o quanto estamos errados, o quanto somos temerosos e o quanto nos enganamos em relação aos outros. Seria muito bom se não houvesse nada disso, nada de medos e preconceitos, mas o mundo não é perfeito.
Mas o jeito é tentar mudar isso aos poucos, afinal como disse Lavoisier no século XVIII, “nada se perde e nada se cria tudo se transforma!” E nessa transformação vamos evoluindo, nos desbastando. Nesse processo nos conhecemos melhor e assim sendo conhecemos melhor o nosso próximo, o nosso irmão. Você um dia fora meu “algoz”, e hoje um verdadeiro amigo, um irmão consangüíneo. Isso é a fraternidade! Muito obrigado maninho.
Desterro, 20 de abril de 2009.

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