terça-feira, 17 de março de 2009

Uma Curiosa Gravura




Uma curiosa gravura de Willian Hogarth (1697-1764), pintor, gravador e ilustrador inglês.

N.S.D., 17 de Março de 2009.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Por que Beber

Recebi este e-mail em outubro de 2005, e acho no mínimo interessante. Mas gostaria de deixar claro que não tenho a intenção de fazer apologia alguma! N.S.D., 16 de Março de 2009.

“Nada substitui a delícia de viver on the rocks”

Por Ailin Aleixo – Revista VIP – Outubro de 2005

Quando alguém sentencia “você precisa relaxar”, a primeira imagem que me vem à mente não é uma praia de areias brancas nem uma sessão de shiatsu, muito menos um laguinho de águas e patos calmos acompanhados por cânticos e mantras. Quando precioso relaxar, penso numa só coisa: uma mesa de bar.
Eu bebo, não nego. E digo mais: bebo melhor que muito macho porque não passo do meu limite para bancar a durona, não dou trabalho aos outros, não fico insistindo em assuntos que só interessam quem já venceu a barreira do décimo chope, não viro vítima do copo que me consola e nem entôo, num tom meloso pra lá de patético: ”Sabia que eu te considero pra caramba?”.
Eu bebo para ficar melhor do que eu sou não pior. Bebo para superar minha timidez natural, porque gosto do sabor de um bom vinho, a ardência de uma cachaça pura, da pegada forte de um amaro. Bebo porque viver é um troço complicado e precisa, vez por outra, da simplicidade mental trazida pela graduação alcoólica.
“Bebo para empatar com o mundo”, como diria Paulo Mendes Campos.
Todos nós prescisamos da embreaguez. Alguns conseguem rezando, jogando futebol, fazendo sexo, pintando. Tudo é a mesma coisa: necessidade de sair da realidade, dar um pause na roda incessante dos pensamentos. Por isso a mesa de bar é tão mágica: ela nos transporta para outra dimensão em questão de minutos, alivia o peso do cotidiano, dos problemas e prazos, reúne amigos que vivem enjaulados em suas existências. A mesa de bar é a grande responsável pela dose certa de irresponsabilidade de seus freqüentadores, é a redentora da happy hour, a testemunha de amores pós-escritório, de lagrimas disfarçadas, xingamentos lavados de alma, risadas arrastadas ao passado ou surgidas de desejos bizarros para o amanhã. A mesa de bar é a terapia mais divertida que existe.

ABSTÊMIA CHATICE

Também do Paulo Mendes: “A embreaguez é religiosa, e o altar das religiões antigas inventou de certo modo a mesa de bar. Aí, o homem punha-se em comunicação com o espírito divino, ligava o céu e a terra, transcendia-se”.
Por isso não tenho paciência com abstêmios. Não consigo entender quem não se dá o direito de perder as estribeiras vez por outra, que supõe ficar sob controle em período integral (presunção bem irreal, aliás). Que chato deve ser viver ao lado de quem não compreende o prazer do primeiro gole de chope cremoso, a delicia de esquecer as calorias, brigas e tempo ruim e largar-se a sociabilizar sem preocupações pessoais nem gramaticais. Não entra na minha cabeça quem prefere dormir cedo a curtir um animado papo bem regado até mais tarde.

Quem é certinho o tempo inteiro é chato o tempo todo...


O ESTUDANTE DE DIREITO

Este texto eu recebi por email advinha de quem? Leo Moldero, só podia srsrs...E decidi compartilhar com os amigos acadêmicos...



Estudante de Direito não copia: Compila.

Estudante de Direito não fala: Defende idéias.

Estudante de Direito não tem professores: Tem colega que aplica a matéria.

Estudante de Direito não dorme: Concentra-se.

Estudante de Direito não faz sexo: Pratica conjunção carnal.

Estudante de Direito não se distrai: Analisa a inter-relação simbiôntica dos insetos a sua volta.

Estudante de Direito não falta à faculdade: É solicitado em outros lugares.

Estudante de Direito não faz putaria: Pratica ato libidinoso.

Estudante de Direito não cola: Tem código comentado por ele próprio.

Estudante de Direito não diz besteiras: Defende uma outra corrente.

Estudante de Direito não fica lendo seu e-mail em serviço: Pesquisa jurisprudência.

Estudante de Direito não lê revistas em sala de aula: Informa-se sobre acontecimentos da sociedade.

Estudante de Direito não fica bêbado no bar da faculdade: Socializa-se com a comunidade.

N.S.D., 16 de Março de 2009.

Inquisição e Preconceito

Ontem dia 15/03 fiquei pasmo com uma idéia, ou melhor, com uma resposta dada em um tópico de discussão. O tema era se haveria uma inquisição em certos lugares, lugares estes que prefiro não nominar.
Recordo-me ter dito que sim, pois somos todos humanos e não estamos completamente despidos de nossos preconceitos, tais como preconceitos religiosos, racistas e sexuais.
Segundo o dicionário Melhoramentos (1977), o termo “inquisição”, além de relatar o contexto histórico do Sanctum Officium, nos mostra claramente que este termo está fortemente atrelado ao verbo inquirir. Ou seja, indagar, perguntar, interrogar e tomar informações.
No sistema inquisitório não há contraditório e ampla defesa, só há torturas físicas e psicológicas assim como no preconceito. E quanto ao preconceito? Formamos um pré conceito sobre algo, e na escuridão da ignorância tomamos decisões muitas vezes desumanas, e assim fazendo uma perseguição, uma inquisição. Esse comportamento sobreviveu aos séculos desde a Inquisição da Idade Média até os nossos dias no século XXI. E é sempre abordado pela mídia. E quando temos poder nas mãos é muito mais fácil julgar, perseguir, ser o inquisidor. Não era preconceito uma mulher ser “purificada pelas chamas” só porque gostava de gatos? Ou por ter feito um simples chá para uma indisposição? Era magia! Feitiçaria! Queimem a bruxa! Agora eu pergunto existe inquisição sem preconceito?

N.S.D., 16 de Março de 2009.

domingo, 15 de março de 2009

Definitivo

Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...

Carlos Drummond de Andrade

Um 15 de Novembro qualquer...

Desterro, 15 de novembro de 2008.

Em primeiro lugar ao ler a data alguém com certeza deve estranhar o Desterro no lugar de Florianópolis. Bem eu gosto de N. S. do Desterro, pois acredito que o decreto datado de 1894 do então governador Hercílio Luz alterando o nome da cidade foi no mínimo arbitrário, e proporcionou uma humilhação para a cidade. Mas não estou pensando em escrever sobre o finado governador e muito menos Floriano Peixoto. Hoje quero lembrar que é o dia da Proclamação da República, lembrar do Hino do Leopoldo Miguez e o Medeiros Albuquerque que no refrão tem “Liberdade! Liberdade! Abre as asas sobre nós!” A palavra liberdade me lembra independência, coisa que já havia em 1889. Agora pergunto, quem hoje se lembrou da República com seu governo cleptocrácio?
Não vou pregar aqui que a monarquia seria a solução de todos os nossos problemas, mas penso que seria algo bem melhor. Atualmente temos pelo orbe terrestre 1 Império, 33 Reinos, 1 Grão-Ducado, 3 Principados, 2 Sultanatos, 3 Emirados e a Monarquia Absolutista e Eletiva da Santa Sé. Tudo isso perfaz 44 países sem contar as monarquias sub-nacionais que são monarquias situadas dentro de Estados reconhecidos.
Mas o que quero propor é uma reflexão dos 119 anos de República no Brasil, e os 35 presidentes de nossa história. Eu penso que república (do latim Res Publica) a coisa pública é o que todos põem a mão, e assim sendo não dá certo! Imagine carro de auto-escola, que ninguém quer, pois só dá problemas... Porque será? Pois onde todos põem a mão não dá certo!

Um dia Qualquer...

Ontem passei horas e mais horas lá nos lados da Ufsc... Há muito verde por lá, e assim eu esqueço dos problemas, do pelejar da vida. Tudo fica mais leve, os campos mais verdes e o céu mais azul. Como é bom contemplar a beleza infinda da criação de D'us. E hoje eu acordei bem por nada, feliz com tão pouco. Quando acordei hoje, enquanto tomava meu chá fiquei fitando pela janela as árvores (acredito que sejam Ipês) floridas, rosadas nas montanhas logo adiante, fiquei vendo a suave a dança dessas árvores rosadas ao bel prazer da brisa. Passei um bom tempo contemplando o céu de brigadeiro.

É tão bom se sentir assim, bem por nada, e com tão pouco. Acho que é esse o sentido que procuramos tanto em nossas vidas. É tão bom deixar as rédias e ver onde podemos ir... Este é o verdadeiro caminho, o da plenitude da felicidade!

Beijos fraternos a todos... e um bom domingo e uma santa semana!

N.S.D., 15 de Março de 2009.

Mas uma memória perdida no tempo

Certa vez me disseram que “o amor vence tudo”. Chego a pensar que isto é um disparate, uma tolice. O amor é traiçoeiro, e por vezes vingativo... Já senti isso em minha própria pele. A quem diga que pensando assim eu nunca amei, e a estas pessoas eu digo que se não tivesse amado, não teria sido enxotado como um cão leproso. Por vezes julguei que o amor que eu um dia senti por esta criatura era impossível, platônico. Mas a vida me ensinou com maestria que os amores possíveis começam a morrer no dia em que se concretizam. Também aprendi com certa dor que o amor nem sempre anda de braços com a razão.
Ainda me sinto convalescente diante de tudo, diante de pessoas e novas oportunidades. Creio ter perdido a capacidade de amar, sinto uma repulsa insondável de novos relacionamentos, o máximo que consigo pensar de alguém é “que criatura de apetite”. Até o trabalho (confissão) de D’us um dia me negaram, e sem ele não posso receber os inúmeros bálsamos que me seriam de direito.
Hoje eu já não amo mais (não como antes), e governo os meus sentimentos em relação aos outros, todos os sentimentos, inclusive os fraternos. E no mais, creio que amar intensamente é para os insensatos, e é próprio destes cavar a sua desgraça. Nesta noite li pela enésima vez “Desejos”, de Victor Hugo, e constatei que é um sonho e uma utopia. Amei uma perfeita obra da criação Divina, e terminei na danação eterna. E está escrito nas Sagradas Escrituras, em Jô 10:”Minha alma está triste até a morte”.

Notre Dame de L’Exil, 06-03-008

O Que Não Se Pode Explicar Aos Normais

Certa vez meu sobrinho, Leonardo me enviou esse letra quando tentava explicar que estava apaixonado por sua Mary, agora também minha querida sobrinha. Eu como estava ''um pouquinho revoltado'' no dia comentei a letra:

O Que Nao Se Pode Explicar Aos Normais.

Sobre o amor e o desamor, sobre a paixão,
Isso lá existe? Se existe sei não...
Sobre ficar, sobre desejar, como saber te amar,
Ficar não é coisa de gente séria. Desejo, NEVER é pecado! Saber me amar, ninguém sabe.. kkkkk

Sobre querer, sobre entender, sem esquecer,
Querer e depois esquecer? Entender, se entendesse a relação não terminaria, sem esquecer? As mágoas não se vão com o tempo.
Sobre a verdade e a ilusão,
A ilusão, a projeção da pessoa amada termina segundo Freud, então não é verdade!!
Quem afinal é você,
Sou a projeção que se vai com o tempo, e sobram só os defeitos, por isso tudo termina...
Quem de nós vai mostrar realmente o que quer,
Eu não! Toda vez que iniciei uma relação, a coisa não durou nada! srsrsrsrs
Um coração nesse furacão, ilhado onde estiver,
Coração ilhado é o meu, pois moro um uma ilha! kkkkk
O meu querer é complicado demais,
Se é complicado, vá a um analista!!!! Você deve ser gay!
Quero o que não se pode explicar aos normais,
de fato, você não é normal, vá ao analista!
Sobre o porque de tantos porquês,E responderEntre a razão e a emoção eu escolhi você!
Bem seu psiquatra deve ser escolhido a dedo!!!! Pois seu caso está perdido!

No IML - Texto antigo, publicado quase post-mortem

Utilizarei do orkut para desabafar e liberar essa profunda tristeza que eu sinto nesta noite...
Dia 1° deste mês eu fiz de tudo para ficar mais perto de você, mais foste indiferente comigo. Passei horas daquela fatídica noite ao seu lado lhe fazendo afagos e mimos, mas não tomaste uma posição, um “sim” ou um “não” teria resolvido muita coisa em minha mórbida existência. Naquele mesmo dia durante a manhã estive no IML em aula prática, e posso afirmar sem medo algum que o cadáver daquela necropsia me deu mais atenção do que vós. Segunda, dia três, enquanto eu conversava você em uma atitude surpreendente me acariciou a nuca... e eu lhe respondi “não me induzas a tentação”. E hoje dia 9 de setembro eu achei que algo poderia ser diferente, mas não.

Mais uma vez com profunda mágoa e consternação eu posso dizer que o cadáver e deu mais atenção. Mesmo que não tomes uma posição diante do que ocorreu na noite do dia 1°, eu só gostaria de lhe dizer algo... Mesmo que não me ames, eu sempre te amarei! A minha vida não passa de uma célere e frígida procela ululante, mas mesmo com o mais impetuoso vento eu não deixarei de ir à diante. Vivo em um mundo módico e lúgubre, e mesmo mergulhado nesse abismo impenetrável eu ainda estou vivo e com fé, perseverança e sacrifício eu vou chegar onde eu tanto almejo... Mas mesmo assim eu tenho a sã consciência de que a felicidade não é para todos.

N.D. de E’xil, 09 de Setembro de 2007.

Tio Deco fala sobre Sexo.

Acredito que antes de mais nada seja necessário definir o que é o sexo. Segundo Aurélio Buarque de Hollanda Ferreira, o sexo é “conformação especial que distingue o macho da fêmea nos animais e nos vegetais; conjunto de pessoas com a mesma conformação física...” Meu dicionário é puritano, eu sei... Afinal era o ano de 1943. Além desta definição, o sexo pode ser retratado como a conjunção carnal, e os atos libidinosos contrários a ela; como por exemplo, o sexo oral, cunilíngue e sedal ou sodomia. Sexo é ao meu entender nada mais é que uma conseqüência de amar alguém, amar de verdade, e não simplesmente gostar. Amar é uma coisa relativa, uns amam mais, outro menos e outros acreditam que amam. Amar é se importar com o próximo, é ajudar, compreender, ser carinhoso, enfim, zelar pelo ser amado. Claro que eu seria hipócrita se falasse que não existe também aquele sexo de supetão, por apenas tesão.

Tem sim, e é bom. Mas ao mesmo tempo em que é bom é vulgar, uma coisa vil, nos rebaixam aos seres mais irracionais, animais que só fazem sexo por instinto de preservação da espécie. Será que Darwin previu isso? Sendo bem franco, eu não sei, uma vez que sou criacionista (é, sou católico, conservador e monarquista). Em minhas lucubrações diárias fico refletindo sobre essas duas palavras (amor e sexo) e o contexto que elas têm em minha vida. Neste momento me vem à cabeça um antigo namoro (primeiro e único, por mais incrível que pareça), neste namoro efêmero eu amei com todas as minhas forças... Era realmente algo sincero. E eu não tive sexo, sim era amor eu tinha 20 anos... Mas o ato não consumou-se por outros motivos, alheios a vontade deste que lhes escreve.

Quando o amor e o sexo andam juntos é algo divino, por isso que eu discordo da Rita Lee quando ela cantava “amor é cristão, sexo é pagão”. Não é pagão, pois uma mãe ao dar a luz e retratar Maria Santíssima, ela deve fazer sexo e amar (ao menos deveria, pois só Maria mesmo que não fez) . Mas o sexo deve ter amor, mesmo que amor entre bons amigos (amor e amigos verdadeiros heim! Nada de libertinagem nessas fornicações!). É bem melhor assim, mesmo os solteirões em caráter praticamente ad æternum possuem necessidades sexuais, e também possuem sentimentos. E estes amam mais que todos e sofreram mais que todos também. Criaturas irracionais e desprovidas de todo e qualquer sentimento se aproximam, fazem o que querem e depois desaparecem como um pequeno feixe de fumaça em uma breve brisa do ar. Acredito que por isso certas pessoas preferem ficar sozinhas e ao mesmo tempo almejam amar e consumar esse amor reprimido, às vezes por anos. Já o sexo com os amigos que amamos, os amigos fieis é mais simples, não mais prazeroso, porém muito mais divertido.

Acredito que certas “fantasias sexuais” assustam o/a consorte (ou com azar!) e devem ser confiadas aos nossos amigos, nossos cúmplices. Não quero fazer apologias ao adultério, pois sou contra, mas certas coisas eu não me permito fazer com pessoas que eu não tenho compromisso formal como um enlace. Eu me sinto a mosca com síndrome de down que rodeia a merda do cavalo coxo do bandido cego! Mas mesmo assim é bom... Acho que mais um pouco, eu estarei falando de sadomasô (risos) uma hora eu escrevo as conversas que eu tenho com uma amiga que também gosta disso... Mas antes que algum engraçadinho já pense besteira saibam que ela é como uma irmã para mim. E família é sagrada! Amor com sexo também... E se não temos ambos esperamos o amor. Pena que são 700 km de distância, mas não dizem por aí que o amor supera tudo? Vamos lá...

N.S.D., 15 de Março de 2009.