terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Os Sepulcros Caiados da Vida
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Frase do Dia
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
A Festa da Carne
E como já é tradição de muitos e muitos anos, em fevereiro temos a Festa da Carne.
Por conta dos tempos litúrgicos conhecidos como Quaresma e Semana Santa na Igreja Católica, marcados pelas privações e os processos de mortificação da carne, foi criado um festival que teria fim na chamada terça-feira gorda, imediatamente anterior a quarta-feira de cinzas. A terça-feira é chamada de “gorda”, pois em contraste com os tempos já citados, nos dias de carnaval os prazeres eram os mais mundanos. Nesses dias tudo era “permitido”, a festa era praticamente sem medida. A quarta-feira de cinzas é o dia em que se iniciam os jejuns e meditações em preparação para a Paixão de Cristo.
Em suma: O carnaval é só para encher a barriga para se passar as privações da quaresma. No Islamismo é mais ou menos a mesma coisa no Ramadã, onde se jejua somente da aurora ao poente.
No mais é aproveitar um pouco a folia nesses dias... FUI!
Nª. Sª. D. 12 de fevereiro de 2010.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Furie Terribili!!!
Agora sei o que Armida cantava no atto primo da ópera Rinaldo de Handel (Londres, 1711).
O calor de quase 40 graus de hoje está me levando à beira da loucura, e vai piorar com o carnaval, pois com o calor a cidade vai parecer um urinol gigante. E pra ajudar, ainda não chove! Argh!
Falando em Londres, o clima lá está mais que agradável 46 Fahrenheit (aproximadamente 8 graus da escala do astrônomo sueco Anders Celsius). Essa é a temperatura ideal para um bom vinho branco ou um champagne, para lííítros de vinho como diria AA Campos. Para mim qualquer coisa acima de 14 ºC é quente, e como diria a Sheila do Terça Insana, “esse país é um verdadeiro matadouro pra uma pessoa fina”.
Suar como um condenado em sua marcha ao suplício é tão desagradável quanto ouvir os grandes hits de Angola; ou como presenciar um grande farofada na Lagoa do Peri(go).
Realmente, não me dou com calor, mas como não posso manipular o clima o jeito é se resignar e juntar dinheiro para o conserto do ar condicionado que fez a gentileza de falecer hoje. Prantear-lhe-ei em sua eça, juntamente com meu bolso! Ser pobre é phoda!
Chega de calor excruciante! Agora é a hora do resfriamento global! Onde está a Era do Gelo? rsrsrsrs. Falando em gelo, vou por umas boas pedras na banheira, e espero que ninguém leve meus rins. kkk
Saudações suadas,
Narguileiro.
Nª.S.ªD. 4 de fevereiro de 2010.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
O Humor Britânico de Sir Churchill

Resposta de Churchill:
- Por que não? Você parece-me bastante saudável.
“Tenho o prazer e a honra de convidar Sua Excelência Primeiro-Ministro para apresentação da minha peça “Pigmaleão”. Venha e traga um amigo, se tiver.”
Bernard Shaw.
Resposta de Churchill a Bernard Shaw:
“Agradeço ilustre escritor honroso convite. Infelizmente não poderei
comparecer à primeira apresentação. Irei à segunda, se houver.”
Winston Churchill
—
Discurso do General Montgomery:
“Eu fumo, bebo, prevarico e sou chefe dele.”
-”Wiston, se você fosse o meu marido, poria veneno no seu chá!”
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Frase do Dia
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
ARLS Osmar Romão da Silva Nº 3.765 - IV Aniversário
Hoje dia 14 de janeiro, nossa Oficina comemora seu quarto ano de história.
Tivemos muitas alegrias nesse anos, tantas que não sei como iniciar a lista. Mas como tudo na vida não é um mar de rosas,
tivemos também momentos eclipsados, onde havia dor, tristeza e luto. Mas como diz o adágio popular, "o que é difícil de passar, é bom de lembrar".
Depois de 4 anos, pondo tudo em uma balança, vejo claramente que ela pende para o "plus", pois com irmãos assim não há como a convivência não ser harmoniosa e o trabalho sempre profícuo.
Olhando para o futuro, vejo o brilho ofuscar minhas vistas.
Nosso futuro assim será, todos sempre juntos, com aquele sorriso beatífico nos rostos, típico da Osmar Romão, que é uma Oficina sempre querida por todos.
Parabéns aos IIr. que tornaram esse sonho possível, parabéns a todos nós.
Esse é o caminho, só devemos segui-lo.
SFU, Sempre,
Carpes.
Nª.Sª.D. 14 de janeiro de 2010segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
A Lagoa do Peri(go)
sábado, 2 de janeiro de 2010
Primeiro de Janeiro de 2010
domingo, 29 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Tantus labor non sit cassus. Requiem aeternum! Domine, suscipe deprecationem meam...
Creio que somos cegos, ou melhor, que queremos ver algo que já não existe, ou que nunca existiu. Indícios não são nada, mesmo as palavra mais certas nunca foram.
A vida é um interminável “ensaio sobre a cegueira”, onde não sabemos onde pisamos.
O que parecia, veja bem, parecia certo se tornou definitivamente incerto e duvidoso.
O que um dia fora apalpável, dissolveu-se como um feixe de fumaça em um golpe de ar. Da mesma forma são os castelos na areia... Não saber olhar além do físico, ao meu ver é um pecado mortal, que vai mais além da ignorância e dos desejos mundanos. Porém cada um evolui em seu devido tempo. Mas quero que saibas que a recíproca é verdadeira, e creio que não vai desaparecer como fumaça. Ela vai ao menos por mim, perdurar até o fim de minha vida.
Concordo com Sir Laurence Oliver, “tenho uma opinião singela sobre a vida: mantenha os olhos abertos e siga
Labor meum sit cassus, finis est.
Exilium, 26 ex November ex 2009 Anno Domine.
sábado, 14 de novembro de 2009
Finalmente um dia decente!
Hoje estou me sentindo em Londres, só falta o chá! A temperatura está bem mais agradável, e tendo em vista os últimos dias, dos quais posso dizer sem sofismas que eu me senti dentro da boca do diabo. Que saudades do inverno, pois este país é um verdadeiro matadouro! Em todos os sentidos, pois além das temperaturas estarem bem elevadas, tem os transtornos do calor, a saber, engarrafamento, impaciência e irritabilidade (nessas duas eu sou um verdadeiro douto), falta de energia e água.
Ah, claro e os problemas de saúde, que não são poucos. É muito frustrante acordar e olhar pela janela e ver aquela “lua” com todo seu esplendor! Está na hora de para com o aquecimento global, e iniciarmos “o resfriamento global” rssrrs. Chego a pensar que as repartições públicas na África estão certas, uma vez que lá existe o terno de verão, e não o padrão europeu que temos aqui. Outra coisa que passa por minha cabeça, natal...
É complicado ver um papai Noel com toda aquela roupa pesada com pele de arminho, e mais a ceia, digna de um dia na Sibéria. Depois haja engov, olina e sei lá mais o que para amenizar os estragos das promiscuidades gastronômicas do natal.
Já que aqui as coisas são sempre aos avessos, não seria ruim se o natal fosse
Nª.Sª.D. 14 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Um dia desses...

Por vezes é bom
deixar este mundo e ir para outro. O mundo de que falo é um mundo muito pequeno, com pouco de 4.000 habitantes; São Pedro de Alcântara. E neste finado como é um hábito antigo meu de ir ao cemitério, e acabei aproveitando o dia nestas plagas abençoadas por Deus. Nada que boas companhias, narguile e uma majestosa cachoeira em um locar que nem sinal de celular tem.

Só tenho uma palavra para descrever tão belo dia: perfeito. No mais só posso dizer a vocês, lamento por serem preguiçosos e não quererem ir junto. Por fim, deixo uma pe
rgunta no ar, o que é melhor, um dia desses ao ar livre, ou ficar em casa com o vídeo-game? Acho que você leitor, sabe bem a resposta. Neste dia adorável, conheci uma nova amiga... a Su, foi muito bom te conhecer menina! Bjs.
Nª.Sª.D., 03 de novembro de 2009.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Viagem à vista
Depois de muitos preparativos fomos a São Paulo a trabalho (tio em visita oficial kkk). Parecia um verdadeiro arrastão pelo bairro da Liberdade... sempre em bando corremos São Paulo no tempo livre que tínhamos. Liberdade, 25 de Março, Sé, MASP (com a feira de domingo), São Bento, Brás. E ainda teve lugares onde eu não conseguir chegar, uma pena mesmo. Mas mesmo não conseguindo tempo pra esses lugares, reservei algum tempo para três amigos muito especiais lá da terra dos bandeirantes: Léo, Mari e Caju. O povinho divertido.
No Tatuapé, tratei de ir a uma pizzaria com o Léo, a Mari e o Caju que estava
Depois, indo pela radial senti o aroma de uma maravilha da natureza (humana), o Tietê. Realmente, não é nada semelhante ao batedor de merda que temos aqui no Desterro (Não é Léo?!). Que sonho mesmo! O mais estranho é que os paulistas acham graça de tudo que eu falo (porque será não é mesmo? kkk).
Visitas oficiais são assim, dá pra fazer muitas coisas, mas temos que deixar de fazer outras que por vezes são mais importantes. E no mais fico muito contente em ter a graça de rever os amigos.
Por vezes fico rindo comigo mesmo de quando estava no metrô, muito divertido mesmo. Afinal, turista é turista. For fim, ao trio citado, obrigado por tudo.
Sem mais,
Nª.Sª.D. 28 de setembro de 2009.
*Na fotografia: Caio, Silvana, João, Pedro, Rejane, Marcos, Deco e Caju.
domingo, 20 de setembro de 2009
Sai da freeeente!
Neste final de semana resolvi justificar a existência de meu porte de arma (CNH), afinal, desde que o DETRAN me deu a carteira eu não havia usado.
Com uma amiga no carro (que não sabe dirigir) eu fui até a Carvoeira, alguns me perguntaram por que logo uma que não sabe dirigir... E eu digo dirigir nem eu sei, mas é só pra dar apoio moral mesmo.
Ser motorista de direito e não de fato é bastante complicado, mas Deus sabe como consegui chegar ao meu destino, e numa BMV 1975 (Brasília Muito Velha) a coisa não é fácil não. E ainda pra ajudar ela é amarela como a que os Mamonas tinham, ou seja, um barbeiro num carro desses é a atração do dia. Depois de rezarmos e ela manifestar seu último pedido em uma mensagem no MSN para uma amiga fomos. Para conseguir tirar o carro da garagem foi um parto daqueles, quase uma cesariana com eclampsia e tudo mais que se tinha direito, só faltou fórceps pra arrancar a “brasuca” do lugar.
Foi tudo tranqüilo até lá no Saco dos Limões um infeliz sair na contramão, pois queria todo o custo ultrapassar um ônibus que parou. E agora? Um barbeiro num carro velho que tem uma baita folga no volante... Como não vi ninguém na calçada fui oras, dos males o menor. Pois a brasuca é herança do vovô, se quebrar fu... Entre mortes e ressuscitações do carrinho consegui chegar incólume. A volta foi um tanto mais fácil, mas mesmo assim complicada, pois na Rua Romualdo de Barros eu estava procurando uma placa de limite de velocidade quando notei que o velocímetro marcava o zero km/h. Mas com o jeitinho brasileiro, sou seja, batendo ele volta a marcar direitinho. Nem me arrisquei em pegar o túnel Antonieta de Barros, vim pela Prainha mesmo, menos trânsito.
Definitivamente, o coisinha complicada! É mais fácil tocar Bach no piano que andar por aí. Por fim agora eu posso dizer que eu sei dirigir Brasília, mas o Lula não sabe...
NSD, 19 e 20 de setembro de 2009.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
07 de Setembro - Hino Nacional
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Antes que a luz se apague...
Deus tamen meum te confiteor
Fac me tibi semper magis credere
In te spem habere, te diligere...”
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Ecce Sacerdos
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Livros e mais livros

sábado, 1 de agosto de 2009
Os Palhaços da R. Felipe Schmidt
Desterro, 01 de Agosto de 2009.
terça-feira, 14 de julho de 2009
14 de Junho - A Queda da Bastilha
Ontem lembrei-me de um amigo francês e de pais portugueses, os franceses não o consideram francês, e os portugueses idem. Então supostamente ele seria um apátrida.
E assim sendo onde está os princípios da revolução? Dois séculos depois e o primeiro estado conseguiu acabar com alguma coisa. Sempre no 14 de julho há inúmeras manifestações nos subúrbios de Paris, onde os imigrantes das antigas colônias da França querem seu reconhecimento como cidadãos. Durante anos a França, e não somente ela colonizou e explorou outras povos, outras nações. E hoje esses imigrantes só querem ser reconhecidos, e é o mínimo que a França deveria fazer depois de colonizar e extrair o que lhe interessava. Esses “cidadãos” vivem hoje em uma espécie de bastilha onde não há muitos direitos, mas apenas deveres.
E isso seria igualdade? Iguais já não são e nunca foram. E a única liberdade que parece haver nesse contexto é a liberdade do governo francês (e demais governos) de fazer o que quer, ou seja, nada de direitos aos imigrantes. E quanto à fraternidade, certamente que não há, pois tendo em vista que eles se entendem superiores e assim sendo não são irmãos de ninguém. Meu amigo francês hoje se considera brasileiro e eu também o considero como tal. E no Brasil também temos a nossa “bastilha”, e muito mais ampla, contendo até um Senado, uma Câmara... Não será a hora de derrubar mais uma bastilha?
N.S.D., 14 de Julho de 2009.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Memórias em uma Segunda-feira
N.S.D., 13 de Julho de 2009.

