Desterro, 12 de Agosto de 2010.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
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Desterro, 12 de Agosto de 2010.
sábado, 31 de julho de 2010
Duas Noites no TAC
terça-feira, 27 de julho de 2010
Carpe Noctem
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Palermo - Onde os mortos nunca dormem...
Fila do banheiro em Palermo, e derrepente um deles grita: "lá vem o Vesúvio!" E olha que a lava vem de longe, mesmo assim o velho vulcão não perdeu a sua potência e eficiência em mumificá-los. Detalhe no mapa: a rota do vulcão! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Pensamentos Cristalinos de Oscar Wilde
Os imbecis nunca.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Livros Emprestados
domingo, 4 de julho de 2010
Um diálogo inusitado
sexta-feira, 2 de julho de 2010
A Hecatombe de Viver sem Internet
Hoje parei em frente a minha máquina de escrever de luxo (meu PC capenga) com um bule de chá ao lado e pensei em escrever sobre algo muito empolgante: nada! Nada me vem à mente. Acho que estou diante de uma crise produtiva, só pode. E para ajudar estou completamente incomunicável, por isso meu PC capenga hoje é apenas uma máquina de escrever de luxo... Bem, acho que vou começar pelo o que fiz hoje.
Continuei a ler um livro Fé, Verdade, Tolerância, do então Cardeal J. Ratzinger, fumei uns bons narguiles, toquei piano, passei no livreiro, mas mesmo assim, sem internet, telefone e crédito para o meu telemóvel vitaminado não dá. Parece que a vida não “funca” sem as bênçãos do mundo moderno.
A coisa está tão feia que pensei em ler mais uma vez os Broquéis e Faróis de Cruz e Souza... Bem, ao menos Antífona eu já devo saber de cor...
Errrr... Esse apagão internetesco está me consumindo! Aliás, é isso que parece mesmo, um apagão, como o que vive uns anos atrás aqui em Notre-Dame d’Exil. Recordo-me que foi um verdadeiro abapurú, sem energia elétrica, sem telefone (dádivas da NET), um calor ad infernos, a minha sorte foi um piano e um gramofone com uns discos de baquelite.
Graças ao bom Deus que aqui não tem o tal de “Gospel Moderno” (sei lá o que raios é isso, acho que a Raquel pode nos esclarecer) rsrs. Como também não sei como a vil escumalha populacional consegue ouvir esse tipo de som, tão típico dos aborígines. Como diria Caio Barbosa: “meu lado brega escuta Salieri”.
Munido desses aparatos de tecnologia dos séculos XVIII e XIX (coisa de ultima geração) fiz quase uma rave, mas como não tinha eletricidade para a luz estroboscópica, tive então que me valer de alguns girandóles com velas. Tudo bem que nos habituamos com essas modernidades, mas fico pensando como as pessoas no passado faziam para se divertir. Literatura, saraus, música, jogos de todo tipo.
Desses jogos os meus favoritos são: o xadrez e aquele do papel colado na testa e tem que se adivinhar quem sou eu. Realmente não sei o nome desse jogo, mas sei que é bem antigo. Acho que qualquer hora dessas eu vou jogar brigde ou gamão, frente à impossibilidade ir até a Barra da Lagoa para jogar criket. Bem sei que seria uma tragi-tragédia britânica, mas ao menos posso passar o meu tempo com alguma dignidade e de uma forma um tanto quanto hedonista.
Acho que o tédio está grande mesmo, pois, pensei em por taxinhas na marteleira do piano, e na falta destas, pins de lapela me foram muito úteis. E de forma incauta, porém impávida acabei colocando... Nada como um cravo fake em casa, tendo em vista que trazer um neupert da Alemanha se custaria os tubos, aliás, as cordas, e para por no pescoço mesmo.
Assim a vida segue com seu ar vitoriano com um toque barroco, acompanhada pelo borbulhar dos narguiles e pelo conforto de uma xícara e outra de twinings.
Sem mais,
NDE, 1° de julho de 2010.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Uma Sentença Inusitada e Sábia
domingo, 27 de junho de 2010
Vuvuzelas e Jabulanis
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Quod Est Veritas?
domingo, 13 de junho de 2010
Hãn? Hain?
sábado, 12 de junho de 2010
O Perdão

quarta-feira, 9 de junho de 2010
Uma Casa Portuguesa Com Certeza!
Como meu pai possui uma mentalidade de que todas as construções devem ser quadradas (ele descende de imigrantes da Ilha Terceira dos Açores), para que assim se aproveite todos os espaços. Isso me parece coisa de português... Só falta caiar as paredes e por um São José de azulejo.
E quando num papo animado comentávamos sobre algumas arquiteturas da Europa (em especial a italiana), notamos que muitas construções possuem um espaço interno, um jardim interno.
Obviamente ele acha isso um desperdício de espaço. Oras, qual o portuga que vai deixar de ter um espaço para guardar tralhas?
Resultado: eu não poderia perder a chance de apelidá-lo de “Niemeyer do Caixote”.
Eu devo ter colado chiclete no Santo Sovaco... só pode...
quinta-feira, 27 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Alguns Espíritos dos Natais
Já deveria ter escrito algo faz algum tempo, mas, por vezes é bom deixar as coisas acalmarem um pouco. Nada como um pouco de paciência para vencermos algumas paixões e submetermos algumas vontades. Não sei bem como começar, mas acho que curiosamente devo começar pelo espírito do natal presente, tendo em vista que sua última visita faz umas duas semanas.
Tudo iniciou nos fins de abril para o início de maio, confesso que eu tive uma série de preconceitos em relação a alguém, e igualmente por confissão digo contritamente que me arrependo. Mas diante de um preconceito, temos uma idéia errônea pré-concebida, mas a questão é quando essa idéia pré-concebida por conta de alguns temores é a mais pura verdade, sem um único laivo sequer. Então o que fazer? Não sei.
Apenas sei, que não sou uma pessoa fácil de se lidar, porém não briguei com os “irakitans”, nada como uma boa analogia musical para fazer uma identificação sem revelar as verdadeiras identidades.
Creio que uma das questões que me levam a divagar em algumas linhas escritas com mão rude é a pusilanimidade do caráter. Então o que adianta ter um pouco de cultura, quando há uma lacuna descomunal como um abismo? Há tão somente duas teorias quanto ao caráter de alguém, vamos a elas:
Prima – O caráter pode mudar com o passar do tempo, assim como alguns valores mudam no decorrer de nossas vidas;
Secunda – o caráter de alguém jamais muda ou se deteriora. É simples, há caráter ou não.
Reservo-me aqui ao direito de não revelar o que penso, porém aos que me conhecem fica indubitavelmente claro qual é a corrente moral-filosófica que sigo.
Quando ouvimos em dado momento “amo-te muito”, isso obriga a outra parte a algo?
Não! Isso e tantas outras coisas não obrigam ninguém a nada, lembro das minhas primeiras aulas de Introdução ao Estudo do Direito, magistralmente ministradas pela Professora Dilsa Mondardo. Ela dizia: “ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer algo senão por força de lei”. E como não há e nunca haverá um codex para isso, jamais haverá essa obrigatoriedade.
Então já sabemos que nutrir e exteriorizar sentimentos em a outrem não obriga a uma recíproca, mas, como fica isso em um “flerte” continuado? Algumas coisas indicavam que a coisa ia de vento em popa, já outras tantas não... Porém, dias depois esta criatura de Deus está namorando. Então o que pensar disso? Que no mínimo andava com dois ao mesmo tempo, tendo em vista que não se inicia um namoro da noite para o dia.
Isso demonstra claramente a falta do caráter, vejam bem, é a falta que eu me refiro, e não um simples desvio. Para ter-se o desvio deve-se, antes de mais nada, ter caráter.
Já disse aqui que sinto um enorme pejo do meu preconceito quando a conheci, porém, as conjeturas que fiz eram na verdade fatos que a vida se encarregou de ensinar-me com extrema perfeição. Naquele tempo, resolvi deixar isso de lado, pois comecei a individualizar os indivíduos invés de generalizá-los em uma fossa comum.
Não quero aqui fazer uma apologia aos preconceitos, mas, devemos sempre levar em conta as experiências que já tivemos, e através de uma analogia estudar cada caso.
Se houver entre nossas experiências algo que nos recorde a música “Eu falei que isso ia dar merda” de Cris Nicolotti, é bom abstrair e cantar outra música da mesma cantora...
“♫Vai tomar no cú...♪”.
Não tenho nada contras os “irakitans”, e não vejo nada que empeça o cultivo de uma verdadeira amizade com todos. Mas, fico impressionado com o fato de que quando era conveniente conversavam até madrugada adentro comigo. Realmente curioso.
Recordo-me de um filósofo incompreendido, Arthur Schopenhauer, que na obra “O Mundo como vontade e representação” há no capítulo XLIV, que é a “Metafísica do Amor”, lá consta o seguinte: “Assim que o gozo é obtido, o amante experimenta uma estranha decepção; espanta-se que aquilo que desejou com tanto ardor apenas lhe proporcione um prazer fugaz, seguido de um rápido desencanto, e nada mais”.
Esse gozo é simplesmente um objetivo que por vezes não é uma conjunção carnal. Esse gozo pode ser a obtenção de uma massagem no ego de indivíduo com pouca auto-estima. Sugiro apenas terapia e um pouco de decência.
Já sobre o espírito do natal passado, ele sempre volta de alguma forma para nos assombrar e nos impor mais uns bons passos de nossa via crucis.
Nunca entendi muito bem esses retornos repentinos, e muito menos quando escuto a palavra “saudade”. Só posso dizer que nada impede de se matar as saudades entre duas pessoas em moram na mesma ilha, por isso que essa palavra foi como um punhal enterrado em meus ouvidos. Lamento, mas não sou uma bengala para que alguém se apóie nos momentos de carência. Fico imaginando como isso deve fazer bem ao espírito do natal passado, pois é muito bom desprezar alguém e partir para outra. E esta outra empreitada não dando certo, volta-se como um filho pródigo em busca de apoio, pois saber que alguém lhe estima muito a ponto de tudo perdoar é muito cômodo.
Então quebra a cara e pensa: “ele ainda está lá”. Então um pouco de vergonha na cara e maturidade é o que falta ao espírito no natal passado.
Não podemos jamais dizer que desta água não beberei, mas alguns são como espermatozóides, têm a chance de um em um milhão de um dia tornarem-se seres humanos. Se este momento um dia chegar, poderemos enfim conversar, e apenas isso.
Sem mais.
N.S.D. aos 22 de Maio de 2010.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Os Mandamentos de Schopenhauer
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Tenebrae Fact Sunt
Já que esses dias eu estava escrevendo analogias com a Seqüência do Dies Irae, hoje neste cinzento dia, penso em outra parte: O Confutatis, e uma determinada parte dele me chama a atenção:
Oro supplex et acclinis, cor contritum quasi cinis: gere curam mei finis.
Algumas coisas, mesmo sendo ruins e desagradáveis, podem ser benéficas. Há males que vem para o bem reza o adagiário popular. Vivi nesses meses uma alternância de trevas e luz, e hoje cedo encontrava-me nas trevas do abismo. Mas creio que essa estadia no abismo profundo fez-se necessária, pois quando estamos nas trevas buscamos a luz.
É nas trevas das dificuldades, provações e demonstrações de falta de caráter que paramos para uma reflexão: a de como chegar até à luz.
Estando nessa luz, ficamos estagnamos, e nada mais fazemos. Por isso por vezes prefiro as trevas das provações. Quando estamos com a dura cruz às costas nos concentramos no caminho à Gólgota, pois queremos que logo acabe, e o único modo de se ver esse fim do caminho, é chegar até lá.
Na nossa Via Crucis, ou melhor Vita Crucis, encontramos de tudo um pouco, desde os membros da guarda pretoriana, até um Simão Cirineu. Hoje cedo cruzei com dois pretores implacáveis, o do desgosto, e o do mau caratismo, porém já encontrei um Simão Cirineu, e este me disse: "não vale a pena".
William Shakespeare escreveu que há mais mistérios entre o Céu e a Terra do que sonha a nossa vã filosofia. E é a mais pura e nua verdade, sendo que os nossos corações detém muitos desses mistérios que só Deus conhece. Depois de chegar no “Oro supplex et acclinis” num misto com o Antíphona de N. Senhora, onde lá pelas tantas nos deparamos com “ad te suspiramus, gementes et flentes in hac lacrimarum valle,” chego na Lux Perpetua! e já sei que vou fazer tudo novamente...
Não há mal que sempre dure, nem bem que seja eterno. Mas por hora meditarei o Sl. 129 (130).
Primeira:
"Lembrar é fácil para quem tem memória. Esquecer é difícil para quem tem coração." William Shakespeare.
Segunda:
N.S.D. 10 de Maio de 2010.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
2012 e a Definição de Hecatombe
Ontem resolvi assistir o tão comentado filme 2012. Não o assisti antes, pois tenho alguns problemas com cinemas. Em especial que, para mim ficar muito tempo sentado sem movimento me causa muitas dores nas pernas, e sempre termino o filme me arrastando para fora como o Quasímodo de Notre Dame de Paris, de Victor Hugo.
Essa foi sem noção mesmo, mas sem noção foi o suspiro no meio do Cannon de Pachelbel. Quem assistiu o filme Amadeus, sabe da cena onde Mozart toca Salieri e suspira pela facilidade da música. Coisas do Tio Deco mesmo... rsrssr
N.S.D., 05 de Maio de 2010.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Fusca-Fusca!

segunda-feira, 26 de abril de 2010
O que o Coração Pensa
Quem pudera entender os intentos do Supremo Supervisor dos Mundos...
Qual seria o motivo de certas coisas? Qual seria o tão falado “propósito maior?”.
Por vezes O vemos como o Misericordioso, Complacente, que faz branco até o pecado de sangue. Em outros momentos há o Deus que Vida e misericórdia nos concederam, e seu cuidado guardou nosso espírito. Embora escondas estas coisas no teu coração, sei que as andavas remoendo em tua mente: Se eu pecar, estarás me observando e não consentirás que eu seja livre da minha iniqüidade.
Não quero aqui discutir a Misericórdia Divina, pois nela creio, mas o que eu estou pensando é justamente nas coisas opostas que sempre estão mudando como a roda da fortuna. Em dado momento temos algo palpável como concreto, depois a coisa se desfaz como fumaça ao vento, e depois se materializa como concreto novamente.
Como isso é irritante! (acho que aquele onhnnnnnnn pra aclamar é pior!) Não podemos fazer nada quanto a isso... Somente nos resta esperar, e deixar que Ele faça o que lhe aprouver, o que for melhor.
Mas, determinadas coisas são relativamente simples, e mesmo assim se tornam complicadas ao extremo, e por vezes parece que alguém lá no alto está dormindo, mas quando resolve acordar do seu cochilo secular, ajuda a acertar certas coisas que vão e vem como um pêndulo. Acho que alguém lá encima deve abrir bem os olhos, e alguém aqui embaixo, deve ir se habituando com algumas atitudes. Sei que o santo é de terracota, e há inúmeros remendos, mas nem por isso esse andor deve ir seguir como os vigorosos e invejáveis passos de uma tartaruga.
Vamos que vamos. Não tenhas mais medo. Nada é cedo demais. Nada é tarde.
Prefiro viver aquele final de semana tal, como se fosse acabar e não ter mais outro...
Sinto que não vai acabar assim, se que tem muito pra acontecer, porém gosto de viver
(quando vivo rss) de forma intensa e plena.
Acho que isso não depende mais de mim... A única coisa que depende de mim é te amar incondicionalmente.
N.S.D. 26 de Abril de 2010.
*Texto iniciado em 21/04.
domingo, 25 de abril de 2010
Um pouco sobre...
N.S.D., 25 de Abril de 2010.
domingo, 18 de abril de 2010
Um diazinho Hilário
Depois de dar uma breve passada pelo Empório Mineiro com alguns amigos, juntamos o povo para ver um filminho. Filminho mesmo, a Michelle Pfeiffer fez um lixo chamado “Cherry”. Tosco, pobre, fraco.
Após desse abapurú cinematográfico, eu, Dai, Giow e Neto ficamos jogando conversa fora por um tempo até Morpheus nos chamar. Enquanto isso não acontecia, e o povo ia caindo (a Giow foi a primeira como sempre kkk), fiquei conversando sobre música com o Neto. Até que enfim alguém que não acha meu gosto musical apurado demais (e minhas piadas intelectuais demais, coisa de gente disléxica mesmo).
Depois do narguile(s) da aurora, resolvemos sair e levar a Mel na Lagoa, e depois aproveitar a carona com a Giow para voltar a Vila do Desterro. No meio do caminho reiniciamos uma brincadeira da Mel: contar fuscas. A brincadeira consiste em toda vez que ver um fusca dizer “fusca-fusca”, e contar um ponto. E se for um New-Beetle, diz-se “biru-biru”, e conta-se 2 pontos a cada.
NSD, 18 de Abril de 2010.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Sandro e o seu Violão
Nesta jocunda noite o Sandro veio da sua aula de violão falando que no violão com cordas feitas de nylon, os acordes menores são extremamente semelhantes aos maiores.
Já utilizando cordas de aço, a diferença é ululante.
Logo após ele me dizer isso, sentei ao piano e toquei alguns acordes, maiores e menores. Isso só pra saber se ele consegue perceber a diferença entre um e outro.
Toquei um “Dm” (ré menor) e ele me disse: “MAIOR”.
Como a resposta soou de forma dissonante aos meus pobres ouvidos eu toquei em seguida o “D” (Ré Maior). E ele respondeu o seguinte: “ESSE É MAIOR AINDA”.
Ai, como eu sofro.
Não, não, pior é ele cantando na frente de um diapasão digital pra saber que nota é... quando for possível postarei essa pérola no youtube.com.
Aguardem as próximas notas dessa música, antes que eu resolva tocar um phoda-se symphônico dando em cima de sí, sem dó.
NSD. 14 de Abril de 2010, data do naufrágio do RMS Titanic, o que explica muita coisa.
O Afinador de Pianos

domingo, 11 de abril de 2010
Stammtisch in allem, auch regen!
terça-feira, 6 de abril de 2010
Livre-Arbítrio

sábado, 3 de abril de 2010
Alguns Relatos de uma Sexta Santa
Acordei cedo hoje, 07:56. Achei que dormiria por mais tempo devido à procissão do de ontem. A Procissão do Senhor Morto é sempre pesada, cheia de orações particulares, e mal organizada. Não sei como isso é possível... Aliás, em verdade vos digo, eu sei. E o motivo para tanto é que “““faltam pessoas para auxiliar””” (com aspas tripas, itálico e grifo).
Como já disse nesta semana santa: “se esta é minha cruz, só me resta abraçá-la de bom grado”, então ao “““organizador””” da procissão só posso dizer: Já que escorraçastes todos que lhe ajudam por pura vaidade, então tome essa cruz a costas e caminhe calado! Afinal, você desejou e causou isso.
Ontem nosso Arcebispo, Đom Murilo, proferiu o tradicional Sermão da Soledade, no qual ele disse ao seu rebanho o exemplo de vida cristã nas mulheres, em especial às avós que tem via de regra ao seu encargo o ensino religioso aos netos, e outros membros da família. Đom Murilo também falou do perdão. Perdão para mim é uma coisa divina, e como não sou divino e estou muito distante disso, fica complicado mesmo.
Na última Sexta-feira Santa, em face a um desentendimento com o “““organizador””” fui ter com ele uma prosa com o seguinte teor: “procissão é sempre assim, estamos todos estressados e peço desculpas, embora você não tenha me entendi muito bem”. E essa criatura “““exemplo de vida cristã””” o que fez? Se quer me olhou na cara, portanto falo sem medo e remorso em meu coração: hipócrita vaidoso! E como diria Vovó Panzer em relação ao seu trabalho na procissão: “dienst von schw.” (pra quem fala alemão fica fácil entender a abreviação).
Até quem no outro ano achou que eu estava errado, esse ano obteve a graça de ver quem é o malfeitor. Contra fatos tão concretos não há argumentos.
Outra coisa que me causou espanto, e não só a mim, foi um sujeito, que sei lá quem era que estava na Rua Deodoro na frente da procissão ralhando palavras incompreensíveis e atentando contra os direitos resguardados pelo Código Penal em art. 208 combinado com o art. 233 do mesmo Codex. Só me pergunto: e o longo braço do Estado? Motivos de piada, claro.
Outra coisa me que ocorreu muito ontem foi a primeira Semana Santa sem o nosso Queiki. É Caco, você faz muita falta meu amigo. Requiescat in pace.
NªSªD, 3 de Abril de 2010.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Pôncio PILATES
Hilário! kkkk, pode conferir no site: http://msn.onne.com.br/cultura/materia/12723/paix-o-de-cristo
Eu reconheço que eu não tenho sequer condições de ficar apontando o erros, mas, achei muito divertido!
N.S.D., 1 de Abril de 2010.
Para Fora!

N.S.D., 1 de Abril de 2010.
domingo, 28 de março de 2010
E a Maldição do Tapete Continua!
Pois é, depois de perder no dia da procissão, outro dia empatou com o Figueirense, e ainda falavam que era só um timinho da série B.
O texto da missa de Requiem é claro: "libera-me de ore leonis", portanto leão nunca prestou!!
Saudações
SND 28 de Março de 2010.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Sacrilégio e Falta de Educação.

O primeiro dos motivos que me levam a escrever hoje é algo que eu deveria escrever ontem, mas devido ao processo de mortificação da carne oriundo da Procissão de Passos não pude sentar na frente do PC e escrever algumas poucas linhas. Porém hoje posso fazê-lo em dobro...
Como diria Boris Casoy: “Isso é uma vergonha!” Ahhh! Errrr! Não contei tempo, meti o pé e acabei com o horrendo tapete no meio da procissão. No mais solicitarei um parecer da Congregação para a Doutrina da Fé (hahaha).
Não cabe um time de futebol em uma procissão, pouco importa se é o Figueirense F.C. ou o Avaí F.C.. Tomem vergonha nessas caras! Em tempo, dia 21 de março, dia da procissão, o Avaí perdeu para o Imbituba por 1 a 0! Est fantastique!
Segundo tema:
Sabe quando comentamos com alguém algo que fizemos em casa, ou qualquer outra coisa? E esse alguém solta: “por que não me convidou?”
Francamente, eu não digo isso a ninguém. Se não convidei, foi por que não deu, ou por vezes não pude, em virtude da companhia (por vezes não quis convidar ninguém). Ou será que tenho que convidar os amigos para segurar vela? Tenho direito a privacidade de vez
Sem mais,
Nª.Sª.D. 22 de março de 2010.
domingo, 21 de março de 2010
Senhor dos Passos – 2010
Pronto! A imagem do Senhor dos “Spassu” e a da Nª Sª “das Dô” já estão na Catedral Metropolitana para que amanhã haja a Procissão do Encontro. Momento realmente tocante para os que acompanham tal cerimônia, e por tantas vezes o Sermão do Encontro foi algo que realmente podemos refletir. Realmente, não dá para assistir a Santa Missa quando não se entende uma única palavra proferida pelo sacerdote.
Tive, ou melhor, tenho a maravilhosa oportunidade de conviver com o Pe. Ney Brasil Pereira¹, e perguntei o que ele entendeu de uma determinada homilia, e ele disse: nada.
De engodos a face da terra está cheia, mas, não estou aqui para escrever sobre o sacerdote falastrão, mas sim sobre algo que ocorreu na última Procissão de Passos (2009). Certo “jornalista” disse: “tantas mil pessoas se fizeram presentes procissão, e os irmãos do IHC todos roxos de fé”.
Fico aqui pensando, “roxo”, bem ele gosta de “branco”, por assim dizer. Ou seria como a valsa escrita por Zequinha de Abreu? Não sei. Se for, AMÉM, pois não vai muito longe. Comentário infeliz por comentário infeliz esse é o meu.
Deixe então de fazer comentários inúteis e seja um jornalista de verdade e não ofenda um ato de uma irmandade fundada em 1765.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Um Só Olhar
segunda-feira, 1 de março de 2010
Um Imortal
Há exatos dois séculos nascia na cidade de Żelazowa Wola, na Polônia o maior poeta do piano: Chopin.
Frédéric Chopin foi indubitavelmente foi o compositor mais expressivo do período romântico, seus prelúdios, valsas, mazurcas até hoje encantam o mundo e desafiam seus interpretes devido ao nível técnico exigido.
Suas obras são imortais, e nada se iguala a beleza e principalmente a emoção nelas contidas. Chopin parece até sinônimo de amor...
Hoje só nos resta pranteá-lo e admirar sua obra. Quem desejar pode ir ao Cimetiere du Pere Lachaise em Paris e visitar seu túmulo, ou ir a Polônia onde estão a sua máscara mortuária e o molde de suas duas mãos.
Um fato curioso, Chopin tinha medo de ser enterrado vivo, por isso seu coração foi extraído e depositado em uma urna de cristal lacrada que foi guardada em um dos pilares da Igreja da Santa Cruz, em Varsóvia.
Escreverei agora sobre algo que eu infelizmente presenciei. Recordo-me bem dos tempos que eu estava cursando o ensino médio no Instituto Estadual de Educação, e uma “colega” me disse o seguinte (incluindo a pronúncia utilizada por ela):
“Eu não gosto de Freddý Xôpim, pois ninguém canta, só tem ritmo.”
Minha vontade foi de demonstrar o que era ritmo a ela. Segurando por seus longos cabelos, eu deveria bater a cabeça dela contra um teclado de piano em um ritmo frenético de um presto agitato... Assim ela poderia compreender o que é ritmo e o que é uma harmonia celeste.
Nª. Sª. D. 1º de março de 2010.

